terça-feira, 22 de setembro de 2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

ancelmo luiz graceli
ancelmo
Sexo: Masculino
Local: Cariacica : E.S : Brasil
Quem sou eu
professor - pesquisador
Meus blogs
Membros da equipe
Theory of universe fluxonário estruturante graceli

BRAZIL physics – theory of physics - GRACELI

TEORIA DA BIOLOGIA GRACELIANA 1

teoria de biologia, astronomia.cosmo...

ASTROPHYSICS - GRACELIANA 1

SESBRAC . SOCIEDADE ESPÍRITO SANTO - BRASIL DE A

Physics – Astronomy – quarta–quinta –sexta -sétima

Brazil – physics – energetic and radiation - grace

OITAVA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA

FIFTH THEORY OF ASTRONOMY GRACELIANA 3

TEORIA DE LA BIOLOGIA E VITALISMO GRACELIANO

Revolução Cientifica Graceliana

Química e física –teoria della unificação por inte

GUG – GRANDE UNIFICAT. GRACELI – FÍSI- QUÍM.BIO-P

SÉTIMA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA

teoria da cosmofísica - graceliana.

TEORIA DE ASTRONOMIA DA ENERGETICIDADE. RADIAÇÃO.

GUG – Grande Unificação Graceliana -Paralela

astronomia graceliana - nona e décima teoria

cosmologie e cosmofisica-grac...

theory of cosmology graceliana

TEORIA DE BIOLOGIA GRACELIANA

sexta teoria de astronomia graceliana

astronomie graceliana

quarta teoria da la astronomia graceliana

ancelmo luiz graceli -pinturas e nanopinturas

sexta teoria de astronomia graceliana

PRIMEIRA TEORIA DE PSICOLOGIA GRACELIANA

teoria di biologia e vitalsmo graceliano

Brazilian-Journa...

OITAVA TEORIA DE ASTRONOMIA ESTRTUTURANTGRAC...

Psicovitalidade e psicogênese – terceira teoria gr

astronomy theory graceliana -sétima.

ASTRONOMY-GRACEL...

THÉORIE DE BIOLOGIE GRACELIANA

TEORÍA DE LA BIOLOGÍA GRACELIANA

ASTRONOMIA DE ENERGETICIDADE, ROTAÇÃO E FLUXOS.

quarta teoria de astronomia graceliana

Química –física – GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA

ASTRONOMÍA DE LA ENERGÍA, DEL MASER, DE SECUENCIAS

Química – astroquímica – geofísica – física –micro

CÁLCULO INFINITESIMAL ANGULAR GRACELIANO

ASTRONOMIA DI ENERGIA, DEL Maser, DEI FLUSSI, DELL

TEORÍA DE LA BIOLOGÍA GRACELIANA

THEORY OF UNIVERSE FLUXONARY

ASTRONOMY OF ENERGY, MASER, STREAMS, VARIATIONS, R

PRIMEIRO SISTEMA FILOSÓFICO ´GRACELIANO CRACIOLÓGI

GUG - GRACELI GRAND UNIFICATION - Sinfonia Complet

FILOSOFISMO E FILOSOGIA GRACELIANA CRACIOLÓGICA

Psicovitalidade –psicogênese – terceira teoria gra

Graceli Unificação – química- física cosmofísica -

Theory of physics – GUG- GRACELI GRAND UNIFICATION

GEOFÍSICA – teoria de la atmosfísica – graceli uni

oitava teoría de la astronomia graceliana

BIOLOGIA GRACELIANA VITALISMO DIVINISMO

FILOSOFIA CRACIOLÓGICA GRACELIANA

Física – teoria de la física – grande Unificação G

autocosmo

THEORY OF BIOLOGY GRACELIANA

psicovitalidade - PSICOCRACIOLOGIA GRACELIANA

GRACELI - Desenvolve fórmulas para a Rotação.

Blogs que eu acompanho
ancelmo luiz graceli -pinturas e nanopinturas
astronomia graceliana - nona e décima teoria
astronomie graceliana
autocosmo
BIOLOGIA GRACELIANA VITALISMO DIVINISMO
BRAZIL physics – theory of physics - GRACELI
Brazil – physics – energetic and radiation - grace
Brazilian-Journal-of-Physics-science-graceli
CÁLCULO INFINITESIMAL ANGULAR GRACELIANO
FIFTH THEORY OF ASTRONOMY GRACELIANA 3
FILOSOFIA CRACIOLÓGICA GRACELIANA
FILOSOFISMO E FILOSOGIA GRACELIANA CRACIOLÓGICA
Física – teoria de la física – grande Unificação G
FÍSICA. TEORIA DA FÍSICA ESTRUTURANTE GRACELIANA.
GEOFÍSICA – teoria de la atmosfísica – graceli uni
GRACELI - Desenvolve fórmulas para a Rotação.
Graceli Unificação – química- física cosmofísica -
GUG - GRACELI GRAND UNIFICATION - Sinfonia Complet
GUG – GRANDE UNIFICAT. GRACELI – FÍSI- QUÍM.BIO-P
GUG – Grande Unificação Graceliana -Paralela
OITAVA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA
oitava teoría de la astronomia graceliana
Physics – Astronomy – quarta–quinta –sexta -sétima
PRIMEIRA TEORIA DE PSICOLOGIA GRACELIANA
PRIMEIRO SISTEMA FILOSÓFICO ´GRACELIANO CRACIOLÓGI
psicovitalidade - PSICOCRACIOLOGIA GRACELIANA
Psicovitalidade e psicogênese – terceira teoria gr
Psicovitalidade –psicogênese – terceira teoria gra
Química e física –teoria della unificação por inte
Química – astroquímica – geofísica – física –micro
Química –física – GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA
Revolução Cientifica Graceliana
SECT – ES – Brasil – psicovitalidade graceliana
SESBRAC . SOCIEDADE ESPÍRITO SANTO - BRASIL DE A
sexta teoria de astronomia graceliana
SÉTIMA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA
TEORIA DA BIOLOGIA GRACELIANA 1
teoria da cosmofísica - graceliana.
teoria de biologia, astronomia.cosmologia.
teoria di biologia e vitalsmo graceliano
theory of cosmology graceliana
theory of cosmology graceliana
Theory of physics – GUG- GRACELI GRAND UNIFICATION
Theory of universe fluxonário estruturante graceli

Gerenciar blogs que eu acompanho

Foto

Ver tamanho ampliado

Editar seu perfil

Contato
Minha página da Web
Estatísticas do usuário
Membro do Blogger desde
Setembro de 2008
Visualizações de perfil (aproximadamente)
1.300
Décima teoria de astronomia graceliana.
SEGUNDA – ALTERNANCIDADE E VARIANCIA.
SEGUNDA TEORIA DE ASTRONOMIA. ALTERNANCIDADE


Autor. Ancelmo Luiz Graceli.

Endereço – Rosa da Penha – Cariacica – Espírito Santo, Brasil.
Registrado na Biblioteca Nacional – Brasil – Direito Autorais.

APRESENTADO A SECT – ES – BRASIL.

SBFísica – BRAZILIAN JOURNAL OF PHYSICS – SUBMISSÃO.

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.


SEGUNDA – ALTERNANCIDADE E VARIANCIA.
SEGUNDA TEORIA DE ASTRONOMIA. ALTERNANCIDADE


FÍSICA E ASTRONOMIA.

TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO, E DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE.
O DESLOCAMENTO LIVRE NO ESPAÇO, SEM ESTAR PRESO A CAMPOS DE FORÇA.


Os outros pontos serão esboçados a seguir, inclusive porque toda dinâmica orbital e rotacional decresce progressivamente.

Poderá medir os fenômenos pelo diâmetro do planeta, somados com um no lugar da densidade, e dividido por dois.

Diâmetro +1 / 2. Somado com diâmetro, dividido por dois.

O afastamento progressivo, registrado na distancia.
Observação – interações físicas é intensidade de processos energéticos, que podem ser representados por temperatura, radiação, diâmetro ou fusões nucleares.


INTRODUÇÃO.

A teoria de energia, interações físicas, radiação e rotação são abrangentes a todas as físicas, cosmofisicas, e a química, onde prova pela experiência seus resultados, batendo na exatidão do cálculo matemático, na sua mais simples forma de ser, sem apelar para apetrechos sofisticados. Aonde os resultados saem da origem do cosmo, passando pelos astros, pelo sistema solar, chegando aos elementos químicos. Ou seja, se substancializam da origem ao fim, e não apenas como fenômenos intermediários.
É uma teoria que prova que as órbitas dos astros, a estrutura, a forma, afastamento, rotação, e variação, podem ser calculadas nos estágios de energia, interações e radiação em que passou o astro, e que passará no futuro. Ou mesmo órbitas e posições que passou ou passará nos milhares de anos vindouros. Ou mesmo, a sua desintegração pela sua radiação sendo expelida e impulsionada no espaço. Onde o astro tenderá a diminuir progressivamente o seu diâmetro, energia e matéria.

ESTA TEORIA É UMA TEORIA GERAL E NÃO PARCIAL, POIS ELA FUNDAMENTA TODAS AS OUTRAS.

Os astros do sistema solar foram formados e forjados em condições e estágios diferentes, ou seja, um astro mais distante foi o primeiro a ser formado e ter recebido uma impulsão inicial, ele surgiu do Sol mais quente, mais radiativo, com maior quantidade de material sendo expelido no espaço para a sua formação. E recebeu uma impulsão maior, com isto vemos, planetas como Netuno e Plutão serem menos densos.
Com isso se vê que a condição de formação e quantidade química de um planeta para outro será diferente, e poderão encontrar uma escala de elementos químicos diversa da nossa, como também alguns elementos químicos diferentes.
Por isso que há uma diferença na quantidade dos elementos, e não seguem uma progressão.

TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

TEORIA DA ORIGEM E UNIDADE CÓSMICA POR ENERGIA E INTERAÇÕES FÍSICAS.

A ORIGEM DO SISTEMA SOLAR POR RADIAÇÃO, E SEUS FENÔMENOS.

ESTA TEORIA SERÁ FUNDAMENTADA EM QUATRO PONTOS PRINCIPAIS-

1- A da origem - onde a origem por entre física, radiação e energia darão origem aos planetas que os impulsionaram para fora, sempre e progressivamente.

A da energia interna, nas interações de fusões no interior dos astros, que atuaram impulsionando-os sempre para frente.

Os fenômenos dos astros, planetas e satélites obedecem quatro pontos fundamentais.

O da origem, material de formação e impulsão inicial.

O do diâmetro e densidade /2, ou seja, o seu material energético de interações físicas e temperatura.

O da expansão, ou seja, o afastamento progressivo de um planeta, ou satélite.

O da excentricidade e inclinação também acompanha os itens anteriores e, como também a translação, achatamento dos planetas, afastamento, e número de satélites.


LEI DA EQUIVALÊNCIA.

Assim, quanto maior e mais velha for uma estrela, mais planetas ela produzirá, e mais rápido eles se afastarão de órbita, que será proporcional a sua radiação e calor expelido no espaço.

Provas da teoria da origem dos planetas pela radiação, da órbita e fenômenos físicos, através da constatação da proporcionalidade de quantidade do elemento químico ferro. Que é crescente ao afastamento proporcional do planeta em relação ao primário, no caso o Sol.

Com isto constata-se que os planetas se originaram do Sol, e possuem um envelhecimento proporcional ao seu afastamento, e que todos os seus fenômenos, inclusive a sua órbita está relacionada com a sua origem e seu envelhecimento. Registrado no afastamento e na proporcionalidade crescente da quantidade do elemento químico ferro em cada planeta. Levando em conta a densidade e diâmetro, ou seja, a energia que já foi processada.
Assim, a quantidade do elemento ferro é um registro da quantidade e fases de energia que já passou o astro.
Vemos também que os satélites possuem a sua origem relacionada com a radiação do Sol e do planeta que o originou. E que também os seus fenômenos estão relacionados com a origem e o envelhecimento. Registrado no afastamento do secundário, e proporcionalidade crescente da quantidade de ferro. Na verdade, o envelhecimento, o afastamento, o aumento da quantidade de ferro são conseqüências e representam a fase energética que passou o astro, e qual estágio de processamento de energia que se encontra.

Quantidade de ferro=quantidade de radiação da origem +envelhecimento + [densidade + diâmetro / 2].

Ou seja, os planetas possuem uma origem lenta e constante, onde o material de gases, poeira e elementos químicos provenientes da radiação irão formar um anel em volta do Sol, que se aglutinaram formando um astro.

A forte temperatura e a radiação impulsionarão este novo astro para frente, onde ele começará a desenvolver a órbita, enquanto o Sol continua o seu processo de expelir gases, poeira e até pedaços do corpo no espaço, este envelhecimento prova porque os astros são extremamente esféricos, e possuem a sua órbita com pouca excentricidade e inclinação no inicio.
E que possuem uma proporcionalidade de dinâmica de um planeta em relação ao outro.


ACHATAMENTO DA SUPERFÍCIE DO PLANETA PELO DIÂMETRO E GASTO DE ENERGIA, ENVELHECIMENTO.

Índice de energia e potencial de radiação pelo diâmetro do planeta.

Observação 1. Na fórmula para se encontrar o potencial de interações físicas, com as unidades de diâmetro + densidade dividido por dois, se houver alguma duvida com a densidade, substitui-se a densidade pelo índice um, ficando a formula igual a diâmetro +1 / 2.

Índice 0,38 + [diâmetro do astro +1 / 2] /100 = achatamento da superfície.

Mercúrio - 0,38 + 1 / 2. = 0,67 / 100 = 0.006
Vênus 0,95 + 1 / 2. = 0,98 / 100 = 0. 009
Terra - 1,0 + 1 / 2. = 1,0 / 100 = 0.01
Marte - 0,53 + 1 / 2. = 0,72 / 100 = 0.0072
Júpiter - 11,2 + 1 / 2. = 6,1 / 100 = 0.061
Saturno - 9,5 + 1 / 2. = 5,1 / 100 = 0.05
Urano - 3,6 + 1 / 2. = 2,3 / 100 = 0.023
Netuno - 3,5 + 1 / 2. = 2,2 / 100 = 0.02
Plutão - 0,5 + 1 / 2. = 0,7 / 100 = 0.007
Ou seja, os maiores e mais velhos são os que possuem o maior achatamento. Logo é crescente.

O achatamento foi provado por varias observações por telescópicos.

Observação 2 - a diferença é pouca em relação à densidade para se usar o índice um, será usado a densidade, porém para qualquer dúvida pode-se usar a índice um, pois o resultado final terá pouca diferença.

Observação 3 – se algum planeta pertencente ao sistema solar for encontrado após Plutão, necessariamente deverá ser menor que ele, como também todos os seus índices de órbita e achatamento deverão acompanhar a progressão em que faz parte.
Isto deverá servir como prova para toda a teoria das interações físicas e energia que é a teoria da energeticidade e radiação e cálculo por diâmetro, onde é considerada a progressão pelo afastamento.

O principio da proporcionalidade pelo envelhecimento e gasto de energia, prova também porque o astro quanto mais afastado e mais velho no sistema solar possui a superfície mais achatada.

Circularidade do planeta = origem+ afastamento =envelhecimento.

O achatamento dos planetas também obedece à progressão de origem e tempo de formação do planeta, que é relacionada ao seu diâmetro e densidade/2, onde de Júpiter para Marte pula até nove vezes o achatamento.

Para o achatamento deve-se considerar o afastamento do primeiro planeta que se formou que no caso foi Plutão, e a densidade e diâmetro entre os seus vizinhos, com isto há um desgaste com o tempo desde origem até o seu envelhecimento.


OUTRA FORMA DE SE ENCONTRAR O ACHATAMENTO.

Achatamento é igual, a distancia medida em unidades astronômicas, e dividido por 100, e multiplicado por 3, e somado com a densidade +diâmetro /2, e dividido por 100.

Distancia/100*3+[diam+1/2] /100 = achatamento
Plutão- 4 0 / 100* 3 = 1,2 + 0,6 / 100= 0,018- o achatamento é 0,018
Netuno-30/ 100* 3 =0,9 + 2 / 100 = 0,029
Urano - 20/ 100*3 = 0,6+ 2 /100 = 0,026
Saturno- 9,5/100*3= 0,019+ 4,7/100= 0,047
Júpiter = 5,2/100*3= 0,015 + 5.8 /100= 0,058
Marte - 1,52/100*3= 0,003 + 0,6/100= 0,006
Terra- 1,0 /100*3= 0,001 + 1 /100= 0,001.

A distancia é em unidades astronômicas e em relação à Terra.
O achatamento progressivo é mais uma das provas da teoria.

Nos outros planetas mais próximos ainda não foi encontrado nenhum achatamento.

O achatamento de Júpiter e 0.062. Isso significa que a diferença entre o diâmetro equatorial e o polar é 0,062 do diâmetro equatorial. Assim se conclui que com o envelhecimento o astro tende a aumentar o seu achatamento, e que também o achatamento obedece ao principio da progressão.

O achatamento de astros mais afastados prova que eles tiveram uma origem e produção rápida. A forte radiação solar e suas grandes produções de energia os expeliram rapidamente para fora, enquanto eles ainda estavam em formação pelos gases e poeira expelidos pelo Sol, pois, o Sol no início possuía um imenso poder de expelir energia e calor no espaço, conseqüentemente os planetas mais distantes terão pouca densidade.

Na progressão do achatamento, temos a prova do envelhecimento progressivo dos planetas e de todo sistema solar.

No achatamento dos planetas, vemos também que o sistema solar é achatado, como se os planetas circulassem num caminho de órbitas já desenhado. Porem se abre nos astros mais distantes e com menos energia.

Na densidade e diâmetro vemos também, que é obedecida uma progressão, presente principalmente nos planetas mais afastados.

Se os planetas e outros astros não passassem por um processo lento de formação eles não possuiriam uma estrutura com esfericidade quase perfeita, e teríamos astros disformes, o achatamento dos astros nos prova o seu envelhecimento.


RELAÇÃO ENTRE ENERGIA E ROTAÇÃO.
O planeta que tem maior excentricidade é saturno, porém tem menor rotação que júpiter, e júpiter por ter maior diâmetro tem maior rotação, e isto confirma que a rotação depende da energia e radiação do astro.


PRINCIPIO DA PROGRESSÃO DA DIMINUIÇÃO PELO ENVELHECIMENTO.

O tempo diminui a cada ano nos planetas e isto é proveniente da perca de energia do próprio astro proveniente da sua radiação e processos físicos interno, e isto ocorre com todos os astros. Diminuindo progressivamente o seu afastamento, a sua translação, rotação, inclinação, e excentricidade, alterando assim o seu tempo, e esta variação é proporcional a cada planeta. Conforme o seu envelhecimento e conseqüentemente o seu afastamento e diminuição de produção de energia.

Observação. O tempo não existe como fenômeno, o que diminui são os referenciais de marcação de tempo, como rotação e translação.

Os planetas são produzidos pelo material da radiação do Sol, através de seus processos físicos, o Sol durante a sua existência vem liberando calor, gases, poeira e pedaços da estrutura no espaço, formando novos e menores astros.
O mesmo acontece com os satélites, onde os planetas expelem parte da sua estrutura no espaço.

Vemos também que as órbitas, e outros fenômenos físicos estão relacionados com a produção na fase inicial.
Se a gravitação tivesse alguma influencia sobre os astros, deformaria a translação dos satélites, pois eles desenvolvem um movimento paralelo e perpendicular ao Sol, num vai e vem como se o sol e a gravitação não existissem.

1- Onde a poeira e gases formam um anel no espaço, que começa a receber uma impulsão inicial pelo calor e pela radiação do sol.

2- Onde se dá o inicio da órbita e da rotação, inclinação, excentricidade, e outros fenômenos físicos.

3 - Na cosmogenese tem o cálculo do afastamento dos planetas, em que eles não se afastam nem um metro ao ano.

4- Na rotação vemos que o astro possui pouca inclinação, pois esta pouca inclinação deve-se a sua energia e origem de gases e poeira de radiação, como também a excentricidade e a inclinação orbital.

4- por isso que os planetas estão enfileirados formando um circulo de órbita achatada, tipo um pastel circular, que chamo de principio do pastel.

5- O principio da progressão está presente em todos os fenômenos físicos, astronômicos e químicos.

6- rotação - a teoria da origem explica a causa da rotação, e também a inclinação axial. Porque a rotação é quase linear, com pouca inclinação e é crescente. O eixo rotacional deve-se a sua origem, por isso que a irregularidade da rotação é crescente proporcionalmente de planeta a planeta, o mesmo acontece com os satélites. Que é quanto mais afastado maior se tornará a inclinação.

Assim todos os fenômenos físicos e órbitas devem a sua origem e energia em processamento, que decresce a energia, diminui a dinâmica e cresce proporcionalmente a inclinação orbital e rotacional e a excentricidade.
Pois, o Sol forma o planeta com mais energia, do que o planeta forma o satélite.


AFASTAMENTO E MOVIMENTO EM ESPIRAL.

O planeta se encontra em afastamento do Sol, produzido pela radiação, como também se encontra em movimento em espiral como se fosse um caracol que se abre do seu meio para as extremidades.

O cálculo do afastamento foi feito na parte da cosmogenese, onde o planeta Terra se afasta menos de 1 metro ao ano.

E o fenômeno em espiral é uma consequência do impulso da radiação + [densidade + diâmetro / 2] + [afastamento].


PROVAS DA TEORIA.

Afastamento do universo,
Principio do pastel,
Achatamento do sistema solar,
Progressão de eixo de rotação,
Progressão de esfriamento do planeta proporcional à progressão do afastamento,
Progressão da quantidade do elemento químico ferro,
Progressão da intensidade de fusões nucleares nos planetas, e outros fenômenos.

Como o cosmo se abre o sistema solar também se encontra em afastamento, e a intensidade e tempo da expansão obedecem à energia do próprio astro, que recebeu durante a sua formação.

Será visto nesta mesma teoria que a expansão é mínima em relação ao que é observado, pois o que ocorre é um afastamento mínimo entre as galáxias, e o que dá uma observação ao vermelho no efeito Doppler é a translação e rotação das estrelas e galáxias.


AFASTAMENTO E DISTANCIA

O afastamento é proveniente da impulsão da radiação e da temperatura do astro que produz o secundário com gases, poeiras da sua estrutura. Então se deve considerar a impulsão inicial, o tempo que levou para se formar.

Quanto maior, com maior densidade e diâmetro, mais tempo levaram para se formar e mantém uma distancia maior e proporcional ao seu tamanho, e é progressiva.
Obedecendo a uma progressão que parte do primeiro planeta que foi criado ao último, ou seja, de Plutão a Mercúrio, pois no sistema solar o primeiro planeta a ser criado foi plutão e assim sucessivamente, por isso que eles mantêm uma progressão em todos os seus fenômenos. Inclusive os seus satélites.

Nos satélites e cometas ocorre o mesmo. Aonde os mais distantes foram os primeiros a serem produzidos.

Temos uma prova da progressão do afastamento, e que este afastamento obedece a uma progressão do primeiro planeta que foi criado, de Plutão ao mais novo que é Mercúrio. Sendo que o afastamento obedece ao seu envelhecimento, a sua impulsão inicial, e o tempo que levou para se formar, onde os maiores levam mais tempo para se estruturar e conseqüentemente mantém um afastamento maior entre seus vizinhos, proporcionalmente na progressão do primeiro ao último.


PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.
Vemos que a progressão do afastamento também pode ser calculada com o diâmetro sem a densidade, somado com um e dividido por dois, e tornado a ser dividido por 10, o resultado somado com 1,3. De plutão para os subseqüentes.
Assim, com a formula de distancia do ultimo planeta dividida pelo índice 1.3 e somado com o diâmetro divido por 10, teremos a distancia do planeta subseqüente.

5900 / [1,3 +0,055] = 4354 plutão a netuno
4500 / [ 1,3 +0,39] = 2662 netuno a urano
2800 / [1,3 +0,39] = 1656 urano a saturno
1428 / [1,3 +0,98] = 626 saturno júpiter
779 / [1,3 + 1.1] = 324 júpiter a marte.
228 / [1,3 + 0,07] = 166 marte a terra
150 / [ 1,3 + 0,1 ] = 107 terra a Vênus
108 / [ 1,3 + 0,09 ] = 77 Vênus a mercúrio

Termina em Mercúrio, pois o último planeta do sistema solar a se formar é Mercúrio. E não Plutão.

Observação - para se provar a teoria das interações físicas e energeticidade comprovam que os astros possuem uma progressão de afastamento, envelhecimento e diminuição de diâmetro progressivo, presente nos astros exteriores, pois se o sistema solar fosse formado num só momento os planetas e satélites estariam todos na mesma proximidade de afastamento do sol, e isto não ocorre. Pois eles mantêm uma progressão presente e provada no afastamento pelo diâmetro, calculado acima.

Isso confirma a teoria das órbitas e sua dinâmica por este afastamento, que diminui progressivamente conforme o tempo de origem e formação. Conclui-se que um simples astro levou bilhões de anos para se encontrar na situação que está hoje.

Vemos que a dinâmica, órbita, estrutura física e química, satélites, etc., se deve a suas interações físicas e energia em processamento, e a radiação expelida pelo astro.

As outras teorias não provam e nem cita o porquê de que há este afastamento progressivo entre os planetas e entre os satélites, e o porquê entre os planetas e entre satélites se mantém uma diminuição progressiva no seu diâmetro.

Já a teoria das interações físicas, radiação e impulsão provam e consolidam esta teoria.


No futuro está teoria será provada com facilidade, quando as horas do planeta serão mais longas. Pois o planeta será mais lento.
É só esperar alguns bilhões de anos.

Vemos que os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para longe, e sua translação não é constante, mas sim decresce com o tempo, que recebeu a impulsão pela radiação com a ação da energia, isto está presente na progressão decrescente da translação e rotação.
A diminuição da dinâmica é uma conseqüência direta da diminuição de energia do astro.

Pois, se deve considerar que a velocidade diminui num sistema de progressão, por ter recebido uma impulsão anterior. E por isto que na teoria da energeticidade e radiação se usa a progressão, pois a natureza acompanha está progressão. Também se vê que a distancia aumenta num sistema de progressão constante, onde todos estão se distanciando uns dos outros.

E por que um satélite mesmo com uma velocidade de 1 km por segundo, continua acompanhando o astro originador, planeta primário na sua volta pelo sol, pois se a sua velocidade também se deve a seu diâmetro. A resposta é simples. Pois ele ao se formar, se formou e começou a desenvolver a sua translação em volta de um planeta que já vinha desenvolvendo a sua translação em volta do Sol. Pois ele é parte do planeta, e o planeta do Sol.

O que produz a rotação e a translação é a energia do astro, que ao produzir a radiação expele energia e temperatura no espaço, deslocando o astro e o fazendo girar.

Vemos que a translação se origina da energia e radiação, por isto que ao ficar mais longe a sua dinâmica é diminuído progressivamente, como também o afastamento progressivo da impulsão.

A interação física e energia interna produzem a radiação, e a radiação produz a rotação, translação e o afastamento.

O astro é formado já em movimento de translação, pois ele está se formando com gases e material de radiação do seu primário.

Vemos que nos quatro maiores planetas a rotação é duas ou mais vezes que a da Terra e dos outros planetas menores. Com isto vemos que a rotação é produto de suas interações de produção de energia, que são expelidas na forma de radiação, luz e temperatura, onde faz com o astro gire rotacionalmente.
Observação; se um planeta ou outro astro qualquer tiver uma intensa produção de radiação, e esta radiação for expelida uniformemente para todos os lados da superfície, a rotação será mínima, mesmo tendo uma grande translação, isto se confirma com Vênus e mercúrio.

Uma outra prova se encontra entre a Terra e Marte, pois são próximos, não com muita diferença de idade e quase o mesmo diâmetro, logo com quase a mesma energia, possuem entre si rotação, excentricidade, inclinação de órbita e de rotação com valores bem próximos, isto confirma o que se vem sendo exposto aqui.




CÁLCULO DA RELAÇÃO ENTRE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES DE JÚPITER, PELA ROTAÇÃO DE JÚPITER.

10 horas na rotação de júpiter.
Horas. Minuto. segundo
10 * 60 * 60 = 36.000 km / seg. de rotação

Rotação / afastamento +1 / 1000 = translação

Ío 36.000 / 1.000 / 1 +1 / = 18 km / seg.
Europa 36.000 / 1.000/ 2 +1 / = 12 km / seg.
Ganimedes 36.000 / 1.000 / 3 +1 / = 9 km / seg.
Calisto 36.000 / 1.000 / 4 +1 / = 7,2 km/ seg.

Aqui se confirma que a energia que produz a rotação também produz a translação, e todos os outros fenômenos.

O sistema solar como um todo também possui um achatamento, ou seja, os planetas estão enfileirados, com uma excentricidade mínima, que aumenta progressivamente nos satélites distantes.

NÚMERO DE SATÉLITES DOS PLANETAS.

O número de satélites dos planetas também obedece à progressão do primeiro para o último, ou seja, de Plutão para Mercúrio, e sendo que o afastamento também obedece a uma progressão, assim vou usar o índice do primeiro para o último.

Índice da progressão* índice comum 0.35* densidade +diâmetro/2
Plutão = 9* 0,3 5 * o,6= 2satélites.
Netuno = 8*0.35* 1.9= 5 satélites
Urano = 7*0.35 * 2 = 5 satélites.
Saturno= 6*0.35* 4.7= 10 satélite
Júpiter = 5*0,35* 5.7= 10 satélites
Marte = 4*0.35* 0.6= 2 satélites
Terra = 3*0.35* 1 = 1 satélite
Vênus = 2* 0.35 * 0.7= 0,49 satélite
Mercúrio= 1*0.35* 0.6 = 0,49 satélite.

O número de satélites também pode ser calculado só com o diâmetro somado com o índice dois, isto para os planetas exteriores, após Júpiter.

O índice 0,49 de Vênus e Mercúrio pode representar a radiação presente hoje, que no futuro se formar em atmosfera e depois em satélite.

Vemos nos planetas a partir de Marte que todos acompanham em número de satélites na proporção do diâmetro em relação à Terra, somado com o índice 2. pois vemos que os planetas jovens como Mercúrio e Vênus ainda não possuem satélites, o que confirma a teoria das interações físicas, energia e radiação, e afastamento pelo envelhecimento e progressões, pois a Terra mesma sendo maior que marte possui só um satélite, é mais uma confirmação da teoria exposta aqui.

Marte - diâmetro +2 = 2 satélites.
Júpiter – diâmetro +2 = 13 satélites
Saturno – diâmetro +2 = 11 satélites.
Urano - diâmetro +2 = 5 satélites
Netuno - diâmetro +2 = 4 satélites
Plutão - diâmetro +2 = 3 satélites

O planeta Terra só possui um por ser mais jovem que Marte, mesmo sendo maior. Pois por ter sido produzido com mais energia pelo Sol e com mais tempo que a Terra, isto lhe possibilitou que produzisse dois satélites.

Marte por estar tão próximo da Terra e ter praticamente o mesmo diâmetro, possui todos os seus índices muito próximos da Terra.

Com isto vemos que também o número de satélites acompanha a progressão da origem e de envelhecimento e afastamento.

Os satélites são produzidos pelos seus planetas, pois o número de satélites acompanha a densidade e diâmetro do planeta, e a ordem de progressão dos mesmos em relação ao sistema solar.
Por isso que a translação dos satélites está relacionada apenas com o planeta de origem e energia em processamento.

A translação também está relacionada com a energia e impulsão da radiação na origem, a densidade e diâmetro e a progressão do afastamento. Vemos isto nos satélites, pois há uma progressão de um sucessivo ao outro.


SOBRE A TRANSLAÇÃO TRANSVERSAL.

Por que os astros não se afastam instantaneamente durante a sua formação, quando recebem a impulsão pela radiação e pelas altas temperaturas pelo calor do Sol, e desenvolvendo assim, a translação transversal, onde as órbitas são formadas, pois a tendência da energia que o astro produza rotação e translação, logo, por natureza e essência o movimento é curvilíneo.

Vemos no cálculo da cosmogenese que enquanto a Terra desenvolve 750.000.000 km /ano, o afastamento é menor do que 1 metro, e este afastamento são o suficiente até hoje para que todo o sistema solar se desenvolva, e possibilite que a vida se desenvolva sobre a terra, aí temos mais um milagre em defesa da vida.

Distanciamento da Terra ao Sol / [da órbita em 1 ano em km * número de voltas].
Este cálculo dá menos de 1 metro ao ano.

Se a gravitação tivesse algum efeito sobre as órbitas dos astros, planetas, satélites, e outros fenômenos, a gravitação do Sol agiria sobre as órbitas dos satélites, deformando a órbita dos mesmos, puxando-os sempre mais para perto do Sol. E conseqüentemente as órbitas dos satélites teriam uma grande excentricidade, ou seja, seria bem oval, pois isto não acontece, pois, eles estão soltos, aonde mantêm apenas o desenvolvimento de origem recebido pela impulsão da radiação e sua energia interna, que decresce com o tempo, que é com o envelhecimento e o gasto de energia.

Se a gravitação tivesse alguma ação sobre a dinâmica e órbita dos planetas, não haveria nenhum astro solto no espaço, todos estariam colados no Sol. Logo, alguma coisa deve ser revista.

Podemos ver também nos satélites que o afastamento mantém uma progressão, como nos planetas.
E se a gravitação agisse como um campo deformaria as órbitas dos satélites, pois se a gravitação do Sol age sobre os planetas agiria também sobre as órbitas dos satélites deformando as suas órbitas. Pois o que acontece e que eles estão livres da ação de qualquer campo, onde desenvolvem as suas órbitas livremente com a ação da impulsão inicial pela radiação do astro produtor e a sua energia interna, que se processa constantemente, produzindo radiação no espaço, e liberando calor. Estes dois fenômenos, radiação e energia interna são responsáveis pelas órbitas e dinâmica.


ROTAÇÃO.

Podemos ver que júpiter mesmo sendo 11 vezes o tamanho da terra em diâmetro, tanto a sua rotação é 2,3 maiores que a da Terra, e a sua translação 2,4 menor que a da Terra, pois eles mantém a relação com o afastamento.
Ou seja, a rotação se conserva mais do que a translação, enquanto a translação diminui mais rapidamente com a diminuição de energia, a rotação ainda se conserva em grande intensidade.

Na verdade a translação como a rotação é proporcionalmente ao tamanho do astro e a sua energia em processamento. Ela é diminuída proporcionalmente ao afastamento em relação ao tempo da sua origem pelo Sol, o mesmo acontece com os satélites em relação aos planetas.
Como na translação, vemos que a rotação, diminui à proporção que os planetas se afastam do Sol, e este afastamento é progressivo e constante, pois confirma a queima de energia pelos astros com o passar do tempo.




CÁLCULO DE ROTAÇÃO POR ENERGIA E PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.

Pode-se também encontrar a rotação por progressão do afastamento, e pela temperatura externa, se multiplicar 2 * diãm. +densi. / 2, dividir pela progressão do afastamento / pela temperatura externa média do planeta acima de 50 graus Celsius.

2* 0.67 / 1 / 500o = 0,0026 Mercúrio
2* 0,92 / 2/ 500o = 0,0018 Vênus
3* 1 / 3 = 1 Terra
2* 0,7 / 4 = 0,35 Marte
2* 5,7 / 5 = 2,2 Júpiter
2* 4,6/ 6 = 1,53 Saturno
2* 2 / 7 = 0,57 Urano
2*1.9 / 8 = 0,5 Netuno
2*0.5 / 9 = 0.11 Plutão.
Rotação em relação à Terra.



A EXCENTRICIDADE.


A excentricidade também depende da radiação solar e da energia do planeta, que dividido pela a densidade e diâmetro /2, e somado com o afastamento progressivo e que é multiplicado pelo índice 0,002.

Índice para radiação solar / diâmetro +densidade. / 2 + índice de afastamento * 0.002.
Mercúrio- 0,138 / [ 0,67+índice de afastamento1*0.002 ]= 0,206
Vênus 0,138 / [ 0,97 + 2* 0,002 ] = 0,09
Terra 0,138 / [ 1 + 3* 0,002]= 0, 1
Marte 0,138 / [ 0,7 + 4* 0,002]= 0,1
Júpiter 0,138 / [ 5,7 + 5* 0,002]= 0,02
Saturno 0,138 / [ 4,6 + 6 * 0,002] = 0,02
Urano 0,138 / [ 1,97 + 7 * 0,002] = 0,01
Netuno 0,138 / [1,9 + 8 * 0,002] =0,01
Plutão 0,138 / [ 0,6 + 9* 0,002 ] = 0,247.

Quanto maior o astro, maior é a sua energia interna e menor é a irregularidade da sua órbita.
Vemos que júpiter é o maior e possui mais energia se processando internamente, com isto faz com que ele tenha uma órbita quase perfeita.

Os astros que se formam por radiação vindo de uma desintegração, eles também entram em desintegração por radiação.

A progressão se mantém também na excentricidade, e inclinação dos satélites, que é proporcional a progressão do afastamento. Que é produzido pela energia do astro.



TRANSLAÇÃO.

Para não haver dúvida, pode-se calcular a translação com o índice da radiação solar, com a progressão pelo afastamento, e a temperatura externa, acima de 50o Celsius. Com as formulas.

Índice de radiação solar /100 =390/100 * progressão de afastamento.
Para planetas com temperatura acima de 100 graus Celsius multiplicado pela temperatura externa dividida de 300.
Mercúrio – 3.9* 9 * 1,3 t.e. = 45.6 400/300= 1.3
Vênus 3.9 * 8 * 1 t.e = 31 300/ 300 =1
Terra 3,9 * 7 = 27.
Marte 3.9 * 6 = 23
Júpiter 3.9 * 5 = 19
Saturno 3.9 * 4= 15
Urano 3.9 *3 = 9
Netuno 3.9 * 2 = 7
Plutão 3.9 * 1 = 4.

Cálculo da velocidade de translação com a radiação solar + diâmetro +1 /2 / 10 *índice de afastamento *índice de temperatura externa do astro acima de 200 graus Celsius do astro dividido por 350.

Mercúrio 3,9 +[ 0,67 /10 ]* 9 = 36 * 1,25 = 47.
Vênus 3,9 + [0,98 / 10] * 8 = 32 * 1,15 = 37
Terra 3,9 +[ 1 / 10] * 7 = 28
Marte 3,9 +[ 0,72 / 10 ]* 6 = 24
Júpiter 3,9 +[ 6,1 / 10 ] *5 = 22
Saturno 3,9 + [5,2 / 10 ] *4 = 17
Urano 3,9 + [2,3 / 10 ] * 3 = 12
Netuno 3,9 + [2,2 / 10 ] * 2 = 8
Plutão 3,9 + [ 0,7 / 10 ] * 1 = 4

Para astros com temperatura externa acima de 100 graus Celsius.


CÁLCULO COM ÍNDICE PARA RADIAÇÃO SOLAR, DIÂMETRO SEM CONSIDERAR A DENSIDADE, E PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.

Calculo com índice da radiação solar, multiplicado por dois e pelo índice de progressão do afastamento, somado com o diâmetro somado com um e dividido por dois, dividido pelo coeficiente 1,3 e multiplicado pela progressão /10+1 com base em 0,2 iniciando em 1,3.

Progressão de Afastamento* Radiação +diâmetro+1/2 / [ índice* progressão de índice ] = km/s.
Mercúrio. [9 * 2 * 4 ] + 0,67 / [ 1,3 *1.3 ] = 45
Vênus
[8 * 2 * 4 ] + 0,97 / [ 1,3 *1.5 ] = 41
Terra
[7 * 2 * 4 ]+ 1 / [ 1.3 * 1.7 ] = 32
Marte
[6 * 2 * 4 ] + 0,7 / [ 1.3 * 1.9] = 20
Júpiter
[5 * 2 * 4 ] + 6,2 / [ 1,3 * 2.1] = 16
Saturno
[4 * 2 * 4 ] + 5,2 / [ 1,3 * 2.3 ] = 12
Urano
[3 * 2 * 4 ] + 2,3 / [ 1,3 *2,5] = 8
Netuno
[2 * 2 * 4 ] + 2,1 / [ 1,3 * 2,7] = 5
Plutão
[1* 2 * 4 ] + 0,7 / [ 1,3 * 2,9] = 2.4

Observação. Vemos que o último planeta a ser formar foi Mercúrio, pois os mais afastados foram os primeiros a serem formados, proporcionalmente ao afastamento.


Ou seja, a radiação tem uma ação inicial direta sobre a velocidade de translação do astro.


OU COM OUTRA FÓRMULA.

Radiação+ [densidade+ diâmetro 2 /10]+[temperatura externa acima 50o Celsius / 200 ]* progressão de afastamento .
Radiação /100 =3.9


3.9 + 0.06 * 9= 36 mercúrio
3.9 + 0,9+ * 7 = 28 Vênus
3.9 +0,1 + 0 * 6 = 24 terra
3.9 + 0,1 +0 *5 = 20 marte
3,9 + 0,57 +0 * 4 = 16 júpiter
3,9 + 0,47+0 *3 = 12 saturno
3.9 + 0,2+0 * 2 = 8 netuno.
3.9 + 0.05 +0 + 1= 3.9 Plutão.


Com a radiação podem-se calcular a impulsão do planeta e sua excentricidade, conseqüentemente a sua elipse e o seu periélio, pois a impulsão deforma a circularidade e quanto menor for o planeta, ou satélite, ou cometa, menos energia ele terá e maior será a excentricidade e inclinação orbital.

EXCENTRICIDADE.
Radiação / diâmetro + progressão de afastamento /100 = excentricidade.

0,077 / 0,38 + 0,01 = 0.203 mercúrio
0,077 / 11,2 + 0,05 = 0,05 júpiter.
0,077 / 0,5 + 0,09 = 0,15 plutão.
Nos outros planetas fica abaixo de 0.1.

O diâmetro é em relação à terra.

Assim, quanto maior o astro, menor a sua excentricidade, e quanto mais distante maior a excentricidade.

A radiação do sol acelera órbitas de planetas próximas do sol quando no periélio – próximo do sol, e desacelera quando distante – afélio. Pois quando próximos sofrem a ação da radiação e temperatura do Sol com maior intensidade, alterando a sua dinâmica.

Com o afastamento, as órbitas também passam a ser espirais, porem em uma pequena fração.

Os planetas são achatados progressivamente,
Na progressão é possível calcular a idade do sistema solar.

Os astros devem a sua dinâmica a impulsão pela radiação, e a sua energia interna.

Se fossemos calcular a idade do sistema solar, deveríamos considerar a formação da matéria pelo espaço denso, a formação do sol, e depois dos planetas, satélites e dos cometas,


ACELERADOR E FREIO DA DINÂMICA DOS ASTROS.


O espaço denso possui uma variedade de densidades diferentes, por isso que quando um astro e expelido para fora através da radiação, ele não sai em disparada, num movimento retilíneo, mas sim, decresce progressivamente, e por isso que todos os fenômenos se encontram em progressão crescente ou decrescente. Como também explica por que um astro que ganha velocidade no periélio, esta velocidade decresce instantaneamente depois no afélio, voltando a pegar aceleração de novo quando se aproxima do periélio, pois próximo da radiação do Sol aumenta a intensidade da energia do planeta, aumentando a translação.

Vê-se que toda dinâmica acompanha a quantidade de energia e radiação se processando, quando a energia vai diminuindo toda dinâmica tende a diminuir.

Vemos também que a rotação decresce com o afastamento progressivo, isto se os astros mantivessem imensas velocidades a vida não seria possível de existir.

Acredito que o criador até disto não esqueceu.

Pontos a ser considerado.
1- o afastamento determina o tempo de vida do astro secundário.

2- os astros são afastados por impulsão da radiação e aceleração pela energia interna, e não atraídos por algum tipo de campo.

3- que com o tempo tende a perder potência no espaço, pois o espaço é denso e retrai parte da potência de sua dinâmica.

4- o movimento transversal da translação determina que a órbita e dinâmica do planeta se devem a sua origem e energia lenta e constante, como também e circularidade perfeita de sua dinâmica.

5- e que a sua energia interna de interações físicas e altas temperaturas, representado por densidade e diâmetro, produzem o movimento transversal do astro.

6- que enquanto um astro entra em afastamento após a sua formação pelo material jogado no espaço, outro astro começará a ser originado.


7- para um astro ser completamente circular o mesmo só poderá ser bem antigo, logo o universo é infinitamente velho. Porém, ele se arredonda e ao ficar com menos energia tende a ser achatado, como já foi visto.

8- uma força puxaria o astro para o centro, uma radiação impulsiona para frente afastando-o, porém o movimento é transversal, logo o movimento deve a sua origem de formação e o material que serve para impulsioná-lo para frente transversalmente é a energia, as suas interações físicas e altas temperaturas, representadas pela densidade e diâmetro do astro.


PRINCÍPIO DO ARREDONDAMENTO.

Pelo princípio do arredondamento vemos que todos os fenômenos que existem no astro estão relacionados com a sua origem e suas interações físicas internas e fusões nucleares espontâneas no centro dos astros, e que todos os astros com um tamanho considerável são quase umas esferas perfeitas, que não é o caso de alguns asteróides menores. Ou seja, todos os fenômenos estão ligados a sua origem e energia inclusive o seu arredondamento.

Assim, vemos que outras teorias não foram capazes de provar o arredondamento, circularidade, radiação, afastamento, achatamento, número de satélites, rotação, movimento em espiral pela impulsão no processo lento da origem e afastamento, número, quantidade e tamanhos de asteróides em volta de cada planeta, etc.

Com o afastamento, e com o tempo o astro perde energia pela radiação e desintegração, diminuindo progressivamente a sua temperatura, e todos os seus fenômenos. Podemos ver que a temperatura e desintegração obedecem ao principio do afastamento pela radiação e da energia representado pelo diâmetro + densidade /2, ou diâmetro +1 /2.


PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.

A teoria da relacionalidade trata da relação entre os fenômenos do átomo, dos astros e do cosmo. onde um depende do outro para se processar, e depende do potencial de energia na produção dos fenômenos, desde a física quântica, nuclear, e dos astros.

FÓRMULA PARA CALCULAR
QUANTIDADE DE RADIAÇÃO, ATIVIDADE TECTÔNICA, ATMOSFERA E POTENCIAL DE DESINTEGRAÇÃO.
Progressão pelo número de planetas somado com o diâmetro.
9 + 0.35 = 9.35.
8 + 0.7 = 8.7
7+ 1 = 8
6 + 0.5 = 6.5
5 + 11.2 = 16.2
4 + 9.8 = 13.8
3 + 3.9 = 6.9
2 + 3.9 = 5.9
1 + 0.5 = 1.5.

A referencia é a Terra com índice oito, vemos que mesmo distante Júpiter e Saturno possuem aproximadamente o dobro da quantidade da Terra. Pois são maiores e foram produzidos no turbilhão de energia.

SOBRE A TEMPERATURA DOS PLANETAS.

O que determina a temperatura dos planetas não é a distancia do calor do Sol, mas sim a própria energia e radiação produzida pelo próprio astro, que é determinado pelo tempo de vida, quantidade de energia recebida na sua origem, potencial de processamento de energia e potencial de desintegração.

Energia recebida na origem + potencial de processamento / potencial de desintegração * tempo de vida.


CÁLCULO PARA ROTAÇÃO.
Horas / [Diâmetro +7/8 ]/ temperatura externa para planetas acima de 100 graus Celsius =rotação em horas.

Exemplo.
Mercúrio – 24 / [0.35+7/8]/ 400 graus Celsius = 0.065 horas
Vênus - 24 / [0.9 +7/8]/ 500 graus Celsius = 0,061 horas
Terra 24/ [1 +7/8] = 24 horas de rotação.
Marte 24/ [0.5 +7/8] = 25 horas
Júpiter 24 / [ 11 +7/8] = 10.6 horas
Saturno 24 / [ 9.8 +7/8] = 11.4 horas
Urano 24 / [ 3.98+7/8] = 17.5 horas
Netuno 24/ [3.9 +7/8 = 17. horas

Observações recentes relatam que Urano possui uma rotação menor do que se observava anteriormente, e que chega próximo das vinte horas.




CÁLCULO PARA VELOCIDADE EQUATORIAL.

Diâmetro +7/8 * diâmetro * veloc. Equatorial da Terra 1680 / temperatura externa para planetas acima de 100 graus Celsius.

Mercúrio -[0.35 + 7/8 ]* 0.35 * 1680 / 400 = 1.3 quilometro hora.
Vênus -[0.9 +7/8 ]* 0.9 * 1680/ 500 = 1.2 quilometro hora.
Terra -[1 +7/8 ] * 1 * 1680 = 1680
Marte -[0.5 +7/8 ] * 0.5 * 1680 = 787
Júpiter -[11 +7/8 ] * 11 * 1680 = 41580
Saturno -[ 9.8 +7/8 ] * 9.8 * 1680 = 34986
Urano -[3.9 +7/8 ] * 3.9 * 1680 = 9090
Netuno -[3.9 +7/8 ] * 3.9 * 1680 = 9090
Plutão -[ 0.5 +7/8 ]* 0.5 * 1680 = 786


CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO.

Translação do anterior / [Diâmetro +7/8 +/10] 1.2]] = translação do próximo.

Mercúrio – 48 /[ 0.9 +7/8/10 ]+1.2 = 36 km / seg. para Vênus.
Vênus - 35 /[ 1 +7/8/10 ]+1.2 = 28 . Para a Terra.
Terra - 29 / [0.5 +7/8/10 ]+1.2 = 23. Para Marte.
Marte - 24 / [11 +7/8/10 ]+1.2 = 16 para Júpiter
Júpiter - 14/ [9.8 +7/8/10 ]+1.2 = 10 para Saturno
Saturno 10/ [4 +7/8/10 ]+1.2 = 8 para Urano
Urano 8 / [3.9 +7/8/10 ]+1.2 = 6 para Netuno.
Netuno 6 / [0.5 +7/8/10 ] +1.2= 4.5 para Plutão,




Com a fórmula;
Diâmetro +um número até 10, o resultado somado ser dividido pelo numero +1, e para planetas acima de 100 graus Celsius divide o resultado pela quantidade de temperatura em graus, por este método se encontra a rotação e a velocidade equatorial dos planetas.

Horas da terra /D+x/x+1/ graus Celsius acima de 100 graus= rotação em horas do planeta.

ATMOSFERA.

A atmosfera é produzida pela radiação do astro por isto que Júpiter e Saturno possuem as maiores atmosferas, que dá para ser observada da Terra nos caso os anéis de Saturno e os filamentos de atmosfera de Júpiter.
As atmosferas são produzidas pela radiação do astro e se distanciam pela impulsão da própria radiação. Logo não são atraídas, mas sim são afastadas pela ação da radiação.

Para se calcular a atmosfera de um astro deve-se levar em consideração a produção de energia e radiação.

O mesmo se deve ser levado em consideração para o afastamento e a translação em torno de seus produtores.

O mesmo serve para as atividades tectônicas.

Os anéis e a atmosfera de Júpiter desenvolvem translação e fluxo de tamanho conforme a produção de energia em regiões dos produtores.

ESTRELAS QUE FUMAM.

Estrelas que produzem fumaça conhecidas como estrelas que fumam, é um fenômeno e uma conseqüência de sua fase final de produção de energia. Pois já produziu muita energia e radiação e a sua desintegração se encontra em fase final, os seus satélites já se afastaram bastante e não produzem mais órbitas regulares e próximas, por isto hoje é uma estrela isolada sem satélites, pois eles foram embora. Com pouca produção de energia, radiação e desintegração mínima, pois onde se deveria ver luz que houve no passado se vê fumaça.
É como uma fogueira após o fogo. O resto das brasas produz ainda algum calor e radiação e muita fumaça e pouca Luz.

Observação. Já foram encontrados vinte seis tipos destas estrelas.
Temos mais uma prova da teoria do universo fluxonário estruturante e da energeticidade e radiação.


A Lua possui pouca atmosfera por possuir pouca produção de radiação.
O mesmo acontece com as atividades tectônicas.


SOBRE A LUA.

RELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO COM IO SATÉLITE DE JUPITER.

A Lua por ser produzido por um astro com pouca energia, no caso a Terra ela possui dezessete vezes menos velocidade de translação do que Io, uma vez que Júpiter possui maior diâmetro do que a Terra. Pois ambos estão quase à mesma distancia de seus primários, no caso Io de Júpiter e a Lua da Terra. Há também de se considerar que Io é um satélite mais Jovem do que a Lua, mesmo júpiter sendo mais velho do que a terra, pois ainda conserva atividades tectônicas, estas atividades já foram observadas por telescópicos.

Io possui muito mais energia, radiação, atmosfera do que a Lua por ser sido produzido por um planeta – Júpiter – com muito mais energia do que a Terra. Isto se confirma na relação entre as dinâmicas entre os dois planetas.

Io também possui aproximadamente o mesmo diâmetro da Lua.

Diâmetro Lua 3470 quilometro. Veloc. Translação Lua 1.03 km/seg.
Io 3650 quilometro. Veloc. Translação Io 17.4 Km/seg.


Distancia de seus Primários- Io – 420.000 quilometro.
Lua-384.000 quilometro.

Rotação – Io possui uma rotação 16.44 vezes maior do que a Lua, ou seja, quase a mesma diferença do que a translação. Isto confirma todo o exposto até aqui que a rotação, como a translação e o afastamento são produzidos pela energia e radiação do astro.
Aqui se confirma com clareza que há uma relação direta entre as dinâmicas.

PARA SER CONFIRMADO.

Que Io possui uma atmosfera 10 vezes maior do que a Lua. Pelo que é confirmado com a diferença de suas dinâmicas.

Io possui uma atividade magnética, condução elétrica, atividade sísmica, atmosfera, atividade tectônica dez vezes maior do que a lua.
Isto já foi provado pela experiência. O que confirma o exposto pela diferença nas dinâmicas e órbitas.


EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO DA LUA.

A Lua possui uma inclinação orbital de 5,9 graus em relação à eclíptica, e uma excentricidade de 0.05 graus, e isto confirmam a relação com a velocidade translacional e rotação, ou seja, pouca dinâmica e grande irregularidade nas inclinações da órbita e da rotação, e com grande excentricidade.

Como foi exposto acima, a Terra é o ultimo planeta a produzir satélite até hoje, pois a Terra foi produzida pelo Sol quando o mesmo já se encontrava numa fase de pouca produção de energia, vemos que a Lua produz pouca radiação e nenhuma atividade tectônica, enquanto Io produz grande atividade tectônica. Por que Io foi produzido por um planeta com muita energia e intensa radiação, pois é muito maior do que a Terra, por isso que a rotação e translação da Lua são 17 vezes menores do que Io. E uma excentricidade muito maior, e uma inclinação maior do que a de Io. Ou seja, o primário produz a energia no secundário que vai produzir os fenômenos.

Assim, a inclinação e excentricidade dos satélites são sempre próximas ou maiores dos valores de seus primários.

E aqui com a Lua e Io se confirma o exposto anteriormente, que quanto maior a energia e radiação, maiores serão a dinâmica, a estabilidade e a perfeição da circularidade da órbita, e menor a excentricidade e a inclinação da translação e da rotação. E vice-versa.

Veremos que os satélites dos planetas mais distantes e os mais próximos de seus primários terão maior rotação e translação e menores excentricidade e inclinação rotacional e translacional. E que ocorre na proporcionalidade do tempo de vida e de diâmetros que representa a sua energia e radiação.

Isto se confirma com os satélites de todos os planetas.


PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE DA RAZÃO ENTRE OS FENÔMENOS.

A POSIÇÃO, A DISTANCIA E AFASTAMENTO DEPENDE DA ENERGIA DO ASTRO.


A razão entre o afastamento dos astros é crescente com o afastamento, em que os mais distantes aumentam o afastamento, por isto que a razão das distancias é sempre crescentes. Porém, o afastamento depende da energia no processamento da sua produção, e da própria energia representada pelo diâmetro, por isto que há os picos de afastamento, conforme o diâmetro do astro com o seu vizinho. Esta diferença se confirma entre Tritão e Nereida, dois satélites de Netuno, onde a diferença de afastamento entre os dois é enorme, comparado com satélites de planetas mais próximos do Sol.

A razão das distancias sofrem picos crescentes conforme o astro vão produzindo a sua dinâmica e o seu afastamento, isto se confirma entre Titã e Réia de Saturno, Febe e Jupet de Saturno, entre Titânia e Umbriel de Urano, e entre os Planetas Júpiter e Marte. E entre ganimedes e Europa de Júpiter.

Pois ganimedes tem o dobro do diâmetro de Europa e o dobro da distancia. Ou seja, a energia do astro determina a sua posição no espaço, pois com mais diâmetro ele terá maior energia, maior rotação, maior afastamento do seu primário.

O mesmo acontece com Titânia e Umbriel satélites de Urano, pois a razão do diâmetro é duas vezes, ou seja, e a razão das distancia entre os dois satélites é 1.8, enquanto os outros com razões de diâmetro mais próximo, as razões das distancias também são mínimas.

A teoria da gravitação não faz menção à posição da distancia pelo diâmetro, que representa a energia e o tempo de construção do astro e a sua ação de afastamento do astro mais próximo –vizinho –, e que isto influencia na posição e distancia do astro no espaço.

Entre estes astros a velocidade de translação também acompanha aproximadamente num valor de razão entre astros vizinhos. Vemos que a diferença de translação é maior entre diâmetros e posições maiores.
O mesmo acontece com a rotação, as inclinações, a excentricidade, e todos os outros fenômenos físicos e estruturais, como achatamento de astro, atmosfera, atividade tectônica, etc.

Os satélites de saturno se afastaram menos do que os de Júpiter por serem menores de diâmetro e com menos energia.

Os saltos de afastamento e posição pelo salto de diâmetro entre os planetas, satélites e cometas confirma a teoria da energeticidade e radiação.

E como em Júpiter que há um intervalo maior de afastamento de Marte, por ser júpiter com maior diâmetro, o mesmo acontece entre Titã e Réia de Saturno, que é quatro vezes maior. Entre Febe e Jupet, e entre ganimedes e Europa, e entre Titânia e Umbriel de Urano. Esta diferença entre as razões também está presente nos asteróides e nos cometas.

OBSERVAÇÃO GERAL DA TEORIA.

O mesmo acontece com a velocidade de translação onde a diferença da razão é maior nos astros que mantém uma diferença de diâmetro, como é o caso entre os satélites de Saturno exposto acima, e entre Júpiter e Marte.
Por isto que a há uma diferença enorme entre a velocidade de translação de júpiter e marte, pois mesmo júpiter sendo maior que marte ele teve mais tempo se afastando do sol, diminuindo progressivamente a influencia recebida pelo sol na origem da translação. Por isto que há uma razão vinte vezes maior no diâmetro, três vezes e meia no afastamento, duas vezes menor na velocidade de translação de júpiter para marte, duas vezes e meio maior na rotação. Isto confirma o exposto até aqui, que a translação tem uma origem pelo primário e diminui progressivamente, até o próprio astro coordenar toda dinâmica e translação, rotação e afastamento se equivale conforme a energia que o mesmo produz.
Esta confirmação se aproxima para plutão, asteróides, cometas distantes e satélites distantes, onde rotação, translação e afastamento se equivalem nos seus valores.
Temos aqui o porquê há um salto na razão da translação, afastamento, rotação, excentricidade e inclinações de órbita e rotação.

Esta diferença de razão também se mantém na excentricidade e inclinação, e são crescentes com o afastamento.

ASSIM TEMOS,

1-a questão de saltos na razão entre os fenômenos conforme a sua energia e diâmetro,

2-e a razão crescente de afastamento, inclinação orbital e rotacional, e excentricidade conforme o astro vão ficando velho e queimando a sua energia. Que depende do tempo de vida e da energia do astro, representada pelo diâmetro.

Os satélites de Júpiter são aproximadamente cinco vezes maiores comparados com os de Saturno, por isto que eles em média estão duas vezes mais distantes dos de Saturno, se comparado com os de júpiter.

A translação dos satélites diminui conforme o afastamento do planeta ao sol e diâmetro do planeta. Ou seja, a energia que ele conserva depende da energia que o formou, por isto que os satélites de saturno possuem maior translação do que os de urano, mesmo estando a mesma distancia e com o mesmo diâmetro.

PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

Órbita de Quíron – se confirma também no asteróide Quíron o princípio da proporcionalidade, pois pelo seu extenso afastamento do Sol, ele desenvolve a maior inclinação de órbita e a maior excentricidade.

Confirma-se nos asteróides Eros, com excentricidade de 0.83 graus, quiron, hidalgo, e outros. Inclusive em cometas, que a distancia do Sol não é o fundamental para o posicionamento do astro no espaço, mas sim a sua energia e radiação representada pelo seu diâmetro.

Como já foi visto que o afastamento e posição que marca a distanciam do primário depende da energia do astro.

E as inclinações e excentricidades dependem da energia dos mesmos, pois asteróides, cometas e satélites menores e mais distantes de seus primários possuem as maiores inclinações e excentricidades. E os maiores planetas as menores excentricidades e inclinações e o conjunto das dinâmicas – translação, rotação, e afastamento também acompanham a energia do astro.

A RELAÇÃO ENTRE GANIMEDES DE JÚPITER E TITÃ DE SATURNO.

Ganimedes tem um diâmetro 5.250 km, e Titã tem um diâmetro 5.800 km.

Ganimedes se encontra a uma distancia de 1.070.000 km do primário.
Titã se encontra a uma distancia 1.222.000 km do primário.

Ganimedes tem uma velocidade de 10.9 km/s.
Titã tem uma velocidade de 5.6 km /s.

E a diferença entre os diâmetros de Júpiter e Saturno é mínima.

Logo se conclui que se a gravitação tivesse alguma influencia sobre a velocidade de translação a diferença da translação entre os dois seria mínima e não seria aproximadamente o dobro. Com isto se conclui que toda dinâmica depende da energia do astro, e se júpiter é mais novo do que saturno, logo o seu satélite também é mais novo, considerando também que enquanto ganimedes é o terceiro satélite de Júpiter, Titã é o sétimo satélite de Saturno. Logo, titã é mais velho e gastou mais energia, com isto desenvolve menos velocidade de translação.
Por isto que a diferença da velocidade de translação é o dobro.

Enquanto pela teoria da gravitação deveria se equivaler nos valores.


Vemos aqui que a distancia com o diâmetro não influenciou na velocidade de translação, mas sim, o tempo de vida e a energia representada pelo diâmetro.

Isto confirma a teoria da energeticidade e radiação.

RELAÇÃO ENTRE PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS.

O diâmetro e o afastamento dos secundários variam conforme o diâmetro do primário e o seu tempo de vida.

RELAÇÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO ENTRE SATÉLITES CONFORME O DISTANCIAMENTO, TEMPO DE VIDA E DIÂMETRO DE SEUS PRIMÁRIOS.

Confirma-se que o valor do diâmetro de Júpiter é próximo do de Saturno, e Júpiter com os seus satélites cinco vezes a distancia dos de Saturno, três vezes o diâmetro dos de Saturno e os valores da velocidade de translação se aproximam.

Com isto se conclui que não é a distancia e alguma força que age sobre o astro, mas sim a própria energia do mesmo.

OUTROS TÓPICOS.

A distancia marca o tempo de vida do astro, e diâmetro do primário com o seu diâmetro e a distancia do primário marca o tempo de vida e energia já processada e a energia ainda para ser processada.

RADIAÇÃO, ATMOSFERA, ANÉIS E ASTROS.

Assim como Saturno Urano também possui anéis, com velocidade de translação de mais de vinte Km/s, e que Júpiter possui uma atmosfera espiralada com translação e alargamento, próximo do seu equador. Isto confirma que a translação dos secundários se origina de energia e radiação do primário, e que parte desta radiação se transforma em anéis próximos do equador, e que vai se esferificar, dando início a um novo secundário. Vemos nos anéis de Urano que eles desenvolvem uma translação de mais de vinte quilômetros por segundo.

E que a translação surge inicialmente do próprio secundário, e por isto que todos secundários produzem uma órbita com pouca inclinação e sempre próximo do equador.

Ao se distanciar do primário, o secundário vai produzir a sua própria dinâmica, vai dar inicio a terciários que iniciarão a sua translação conforme a sua energia e radiação.

E sairão do eixo de translação do primário, dando inicio a um novo sistema de astros, menores, mais lentos e com mais irregularidades na sua dinâmica de translação, rotação e afastamento.


A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS.

A ação centrifuga da rotação e o magnetismo do astro faz com que a sua radiação e atmosfera se desloquem para o equador, aonde vai se forma em filamentos de atmosfera e no futuro anel, dos anéis vão se formar blocos cúbicos de gases e daí a esferificação, da onde vai se formar em secundários.

Por isto que os secundários possuem uma translação decrescente dos próximos para os últimos. E que a órbita sempre está próxima do equador.
Com o passar dos tempos, a energia diminui e os astros passam a produzir a sua órbita e irregularidades no espaço.

No futuro provavelmente teremos novos astros e com novas energias, pois o processo é constante.

OUTROS TÓPICOS.

Os secundários mais afastados e menores são os mais irregulares nas suas inclinações de órbita e rotação, e excentricidade.
Isto se confirma, nos satélites mais distantes, nos asteróides e nos cometas.


MOVIMENTO RETRÓGRADO.

O satélite quando muito pequeno e muito distante tende a aumentar a sua inclinação e excentricidade progressivamente, e este tipo de movimento invertido pode ser encontrado no satélite Febe de Saturno. Pois Febe possui uma inclinação de órbita de 160 graus e uma grande excentricidade.
O que leva o astro a desenvolver a órbita retrógrada é que ele iniciou normalmente a sua translação desde o seu nascimento pelo seu primário. Só que todo astro que possui pouca dimensão e se encontra distante do primário ele possui pouca energia se processando, pois ele já gastou grande parte de sua energia, e assim, ele passa a produzir irregularidades na sua dinâmica no espaço. Que começa com uma crescente irregularidade até o movimento retrógrado.

Urano é um planeta que anda de lado, ou seja, as irregularidades são maiores com o distanciamento, o envelhecimento e diminuição de produção de energia e radiação.

Com enormes distancias de seus primários, astros pequenos, terciários, com pouca energia e envelhecidos serão astros com pouca dinâmica, grandes distanciamentos, grandes excentricidades e inclinações e muitos com movimentos retrógrados.





SOBRE SUPOSTA CAPTURA DE ASTROS POR PLANETAS.

Isto não existe, pois todos os astros estão soltos no espaço, e não há isto de campo puxando para sua órbita, e também pela radiação os astros são afastados e não atraídos, como se pensa hoje. E o que produz as órbitas irregulares é a pouca energia do próprio astro para coordenar a sua dinâmica, isto acontece com todos os astros pequenos e distantes de seus primários, logo os satélites pequenos de Saturno nunca foram capturados, mas sim produzidos por saturno.

Pode-se comparar que todo astro pequeno e distante possui grandes irregularidades na sua dinâmica, desde a rotação, a translação e o afastamento.

SOBRE A SUPOSTA DENSIDADE DOS ASTROS.

A densidade dos astros distantes é uma invencionice para se dar uma proximidade nos resultados para a velocidade de translação que é calculado pela gravitação, porém se mal conhecemos a densidade da Terra, como podemos conhecer a densidade de planetas distantes.

Por isto que nos meus cálculos, uso diâmetro e temperatura por estarem mais próximos da realidade.

RAZÃO CRESCENTE DE FENÔMENOS ENTRE ASTROS MENORES E
DISTANTES.

Nos mais distantes e menores a razão do afastamento, inclinações e excentricidade são sempre maiores e crescentes com o distanciamento e a diminuição do tamanho do astro.

A distancia e afastamento também é crescente, pois com a diminuição de energia eles passam a produzir órbitas sempre mais irregulares.

SOBRE O AFASTAMENTO DE SATÉLITES.

Os satélites de Saturno se afastaram menos de seu primário por serem menores e com menos energia, enquanto os de Júpiter se afastaram mais, por serem maiores e com mais energia. isto confirma que os astros alem da rotação e translação eles se afastam conforme a sua produção de energia.

SOBRE TRITÃO E O SEU MOVIMENTO RETRÓGRADO.

Tritão é um dos satélites gigantes e possui uma grande excentricidade e uma inclinação orbital de 160 graus, considerado um dos satélites que tem um movimento retrógrado por possuir tamanha inclinação em relação ao plano do equador de Netuno. Isto só vem a contribuir com a teoria exposta até aqui. Pois satélites de planetas distantes também possuem irregularidades grandes, mesmo sendo um gigante.



NEREIDA, O SATÉLITE DE MAIOR EXCENTRICIDADE.

Nereida é outro satélite de Netuno que possui uma grande inclinação de órbita de 28 graus e uma das maiores excentricidades, com 0.75 graus. Isto só vem a contribuir com a teoria da energeticidade, de que planetas distantes, satélites distantes e velhos e pequenos produzem grandes irregularidades, e Nereida é a com maior excentricidade dos satélites até aqui descobertos.

Nereida também possui um grande afastamento do satélite vizinho, no caso Tritão. Ou seja, os satélites mais distantes e de planetas mais distantes são os mais irregulares na sua excentricidade e inclinação.
Vemos que Tritão possui movimento retrógrado.

Provavelmente a sua rotação é mínima e com grande inclinação de rotação.

Provavelmente os satélites de Plutão, menores e mais distantes dele serão os de maiores irregularidades e com movimentos retrógrados.


SOBRE A ATMOSFERA DE TITÃ.

Provavelmente titã com a sua atmosfera produzirão uma quarta geração de astro. Que será o primeiro satélite com satélite.

SOBRE CARONTE.

Provavelmente Caronte, satélite de Plutão possui uma grande excentricidade e inclinação orbital.

Caronte gira em torno de Plutão em 6,39 dias, que é o mesmo tempo que o planeta leva para girar em torno do seu eixo, mantendo sempre a mesma face um para o outro. Isto se confirma no exposto até aqui, que a translação do secundário começa antes mesmo do secundário se esferificar, ou seja, ainda como filamentos e anéis de atmosfera e radiação do primário, que com a sua rotação passa a transladar os anéis e filamentos de atmosfera, até se esferificar. Se esferificando passa a produzir esta translação inicial em volta do primário. Ao se afastar passa a produzir a sua própria translação.

Ao se esferificar passa a produzir a própria rotação.
Com o tempo e afastamento este secundário, vai produzir outro secundário, tornando-se um primário.

Conforme o astro vai se distanciando e ficando sem energia, ele abandona a órbita inicial, produzindo sistemas orbitais irregulares e aleatórios no espaço. Sempre nova com menos energia e com menos dinâmica e mais irregularidades de inclinações e excentricidades. Isto pode ser confirmado com os asteróides e cometas.

Isto é um processo que começa com pouca irregularidade, passa a estabilidade e retorna a irregularidade e grandes instabilidades e órbitas errantes e aleatórias.


AÇÃO DA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO SOBRE A TRANSLAÇÃO INICIAL DO SECUNDÁRIO.

Isto se confirma entre os satélites dos planetas, pois com as mesmas distancias os satélites de Urano desenvolvem três vezes menos o período de revolução comparado com os de Saturno. Pois a velocidade equatorial de Saturno é três vezes maior do que as de Urano.

E a diferença entre os satélites de Júpiter e de Saturno é de 1,25 de período de revolução maior para os satélites de Júpiter para a mesma distancia, pois a diferença da velocidade equatorial entre os dois é de 1,25 maiores para Júpiter. Como também a diferença é próxima da razão um para diâmetro e rotação, e 1.3 para translação.

É bom ressaltar que a energia produz a rotação, que produz a velocidade equatorial que com a radiação vai produzir a translação do secundário. E o secundário será produzido pelo material expelido como forma de radiação do primário. Ao se esferificar e tornar-se astro ele vai iniciar a sua rotação, por isto que os secundários muito próximos possuem pouca rotação, pois ainda estão começando a acelerar-se rotacionalmente. Isto se confirma em todos os primários muito próximos.

Aqui temos explicações contundentes da astronomia.

1 – o primário produz o secundário que também inicia a sua translação.
Então temos aqui o inicio da translação e a origem do astro.

2 – porque o terciário acompanha o secundário, e ambos acompanham o primário pelo espaço.
Pois, no inicio tiveram uma origem da translação produzida pelo primário, porem, ao se afastar e perder energia este secundário, ou terciário vai sair do sistema completamente, pois, ele mesmo dentro do sistema solar já produz a sua própria dinâmica, só que fora do sistema, ele não mais acompanhará o primário pelo espaço. Isto já acontece com alguns cometas e asteróides, que às vezes entram dentro do sistema solar e saem sem sofrer a e influencia de ação nenhuma do Sol.

3- por que todo astro muito próximo do primário possui pouca rotação. Pois ainda está em formação e toda sua dinâmica ainda é mínima.

PRINCÍPIO DA ORIGEM DO ASTRO E DA DINÂMICA.

Assim, temos aqui o inicio do astro, o inicio da rotação e velocidade equatorial, da translação.

Assim, ao se afastar ele vai produzir a sua própria rotação e translação, e com a sua energia e radiação vai produzir novos filamentos de gases, daí novas esferas, que com a sua velocidade equatorial vai produzir a translação no novo astro, e daí a sua esferificação e rotação.


Antes mesmo de ser esfera o astro já possui translação.

Ele vai sendo afastado pela radiação e temperatura do primário, e passa a produzir a sua própria translação e rotação.

Por isto que um terciário acompanha a translação do secundário, mesmo este secundário acompanhando a translação do primário. Porem com o afastamento ele tenderá a produzir uma órbita isolada, com outras inclinações e excentricidades.

Ao se distanciar ele terá menos energia, e conseqüentemente menos dinâmica e mais irregularidades. VER PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.

A ENERGIA DETERMINA E PRODUZ A DINÂMICA E A ESTABILIDADE NO ASTRO.
ISTO SE CONFIRMA DE JÚPITER A TRITÃO.

CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO DO PRÓPRIO ASTRO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DA TERRA MULTIPLICADA POR CINCO. PARA PLANETAS EXTERIORES.

Júpiter - 2.3 * 5 = 13.
Saturno – 2.1 *5= 10.
Urano - 1.1 * 5= 5.5
Netuno - 1 * 5 = 5.
Plutão - 0.2 * 5=5.

Esta relação entre rotação e translação para planetas, também se confirma para os satélites exteriores de Júpiter, Saturno, e Urano.


SOBRE URANO.

Urano anda de lado por possuir pouca energia e estar iniciando uma órbita e rotação com grande inclinação.

A tendência é que no futuro os astros sejam em maior numero e mais lentos e todos com órbitas aleatórias e irregulares. E muitas retrógradas.
E que também não acompanham os primários pelo espaço

Sobre a rotação de Urano.

Urano possui três vezes menos diâmetro do que Júpiter e quatro vezes mais do que a Terra, e sendo mais velho e consequentemente com menos energia, pois teve mais tempo gastando a energia, logo o valor da sua rotação tem que se aproximar do valor da Terra, ficando entre vinte e vinte horas.

A rotação de Netuno também é próxima a da Terra.

ASTERÓIDES.

O asteróide Ícaro possui uma excentricidade de 0.83 graus e vai próximo a Mercúrio e Marte, e no periélio fica a 28.000.000 quilômetros do Sol, e no afélio fica a 307.000.000 quilômetros do Sol. Com isto se conclui que a órbita depende da energia do astro, e não da gravitação. Pois astros menores produzem órbitas mais irregulares.

O asteróide Hidalgo, com um período orbital de 13.7 anos, e uma excentricidade de 0.67 graus, e com uma inclinação orbital de 43 graus.

Quíron possui uma excentricidade orbital de 0.379, e com uma inclinação orbital de 6.9 graus.

Com isto constatamos que a órbita não é determinada pela gravitação do astro ou do Sol, mas sim pela sua energia, pois aproximadamente na mesma distancia dos planetas ao Sol, os asteróides produzem órbitas muito irregulares, por possuírem pouca energia, e com um período de revolução um pouco menor do que os planetas.

Com isto se constata que os astros estão livres e produzindo a sua própria dinâmica.

Com isto, confirma-se o exposto até aqui, de que astros pequenos possuem pouca dinâmica e órbitas irregulares, por produzem pouca energia, e isto independe da distancia do Sol.

CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO COM A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO MULTIPLICADA COM O DIÂMETRO E DIVIDIDO PELO AFASTAMENTO.

É bom relacionar que a velocidade equatorial do primário inicia a translação, conforme a energia, radiação, diâmetro e rotação do primário.

O diâmetro representa a energia e radiação do secundário.

O afastamento representa o tempo de vida e o gasto de energia durante este tempo.


A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PLANETA EM QUILÔMETRO POR HORA.

O diâmetro é dividido por 1.000.

O afastamento é dividido por 100.000 para satélites, cometas e asteróides.

O afastamento é dividido por 100.000.000 para planetas.

VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
1680 / 1000 = 1.68 velocidade equatorial da Terra.
3470 / 1000 = 3.47 diâmetro da Lua
384.000 / 100.000 = 3.87 afastamento da Lua em relação Terra.
Lua – 1.68 * 3.47 / 3.84 = 1.5 /2 = 0.75 km / s.

Para satélites de Júpiter.

Io –
45000/1000 = 45
3670 / 1000= 3.67
420000/100000=4.2
45*3.67/ 4.2 =39.3 /2= 19.5 km/segundo.

Europa.
45000/1000=45
2980/ 1000 =2.98
671000/100000=6.71
45*2.98/ 6.71 = 19.9/2=10


Ganimedes.
45000/1000= 45
5250 / 1000=5.250
1.070.000/ 100000= 10
45*5.2/10.7=22/ 2 = 11

Calisto.
45.000/1000=45
4900 / 1000=4.9
1.884.000/100000= 18,8
45*4.9/18.8=11.7 /2= 6 km/segundo.

Para os satélites de Saturno.

Satélite janus
37000/ 1000 = 37
300/ 1000= 0.3
159000/100000=1.59
37*0.3/1.59=7

Titã
37 *5.8/12.2 =17.5


OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A TRANSLAÇÃO PELO PRIMÁRIO.

Para se calcular órbita de planeta se divide a distancia por 100 000 000.
Para se calcular órbita de satélite se divide a distancia por 100 000.

A velocidade equatorial se divide por 1000 tanto no cálculo para planetas quanto para satélites. Em quilometro por hora.

O diâmetro se divide por 1000 tanto para cálculo para planetas quanto para satélites.

A fórmula é velocidade equatorial do primário /1000 +[diâmetro /1000] / [distancia / por 100 000 000 para planetas +1].

Mercúrio.

Velocidade equatorial do Sol por hora = 60.000 km/s / 1 000=60.
Diâmetro do planeta= 4.500 quilometro / 1 000 = 4.5.

Distancia do planeta ao Sol.= 58.000 000 quilometro / 100.000.000. +[1].

60 + 4.5 /[0.58 +1]= 41 quilometro por segundo.

Vênus .

60 + 8 / [ 1.08 + 1] =32.7 quilometro por segundo.

Terra = 60 + 12 / [1.5 +1] = 28.8.
Marte = 60 + 6 / [ 2.2+1] =20.6.
Júpiter= 60 + 144/[ 7.8+1]=20.
Saturno= 60+120/ [ 14+1] = 12.
Urano = 60+46 / [ 28 +1] = 3.6.
Netuno = 60 +45/ [ 45+1]= 2.3
Plutão = 60 + 6/ [ 59+1] = 1.1



PARA SE CALCULAR A VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DOS SEUS RESPECTIVOS PLANETAS.

Velocidade equatorial do primário em quilometro por hora dividida por 1.000.
O diâmetro do satélite dividido por 1.000.
A distancia do satélite de seu primário dividido por 100.000 [cem mil].
Observação. Para os planetas é 100 000 000 [cem milhões].

FÓRMULA.

VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO/ 1.000 + DIÂMETRO DO SECUNDÁRIO / 1.000 / [DISTANCIA / 100.000].

PARA O SATÉLITE DA TERRA, A LUA.
Lua.
[1680 / 1.000] +[3.470 / 1.000] / [384.000/100.000]= 1.3 km / segundo.

PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.
Veloc. Equatorial de Júpiter /1.000 + diâmetro do satélite /1.000 / distancia do satélite / 100.000.
Io.
[45.000 /1.000] + [3.650 /1.000] / [420.000/100.000]=11.5 km/segundo.
Europa. 45 +2.98 / 6.71 = 7.1 quilometro por segundo.
Ganimedes . 45 + 5.25 / 10.7 = 4.7.
Calisto . 45+ 4.9 / 18.8 = 2.6


PARA OS SATÉLITES DE SATURNO.

[veloc. Equatorial de Saturno / 1.000] + [diâmetro do satélite / 1.000] /
[ distancia /100.000].

JANUS.
[37.000/1000] + [300 /1000 ]/ [159 000/100 000]=23.4 km por seg.
Mimas . 37 +0.4 / 1.86 = 20.1 quilometro por segundo.
Encélado. 37 +0.6 /2.38 = 15.7.
Tétis. 37 +1. / 2.95 = 12.8
Dionéia 37 +0.8 /3.77 = 10
Réia 37 +1 /5.27 = 7.2
Titã 37 +5.8/12.2 = 4.3
Hipérion 37 +0.4 /14.8= 2.5
Japet. 37 +1.6 /35.5= 1.
Febe 37 + 0.2/129= 0.28


CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO POR VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO, PARA SATÉLITES DE URANO.

A velocidade equatorial do primário por hora / 1.000 + o diâmetro do satélite / 1.000 / da distancia / de 100.000.

Miranda – 13.7 +0.24 / 1.3 =10 quilometro por segundo;
Ariel- 13.7 +0.7 / 1.92= 7.5
Umbriel - 13.7 +0.5 / 2.67= 5.3
Titânia - 13.7 +1 / 4.38= 3.3
0beron - 13.7 +0.9 / 5.86= 2.3


CÁLCULO PARA TRITÃO, SATÉLITE DE NETUNO, POR VELOCIDADE EQUATORIAL POR HORA.

[9.000 / 1.000 ]+ [3.800 /1.000] / [340.000 / 100.000]=
9 + 3.8 / 3.2 = 4 quilometro por segundo.

CÁLCULO PARA CARONTE, SATÉLITE DE PLUTÃO.

Velocidade equatorial de PLUTÃO [140 / 1.000] + [diâmetro 1.200 / 1.000] / [Distancia 20 000 / 100 000]. =
0.14 + 1.2 / 0.5 = 3.1 quilometro por segundo.


Dá para se observar que conforme os planetas vão se afastando do Sol, a órbita de seus primários também se torna mais lenta, pois satélites com o mesmo diâmetro e a mesma distancia em relação a satélites planetas distantes, estes diminuem progressivamente a sua dinâmica e aumenta as irregularidades na excentricidade e nas inclinações. Com isto só se tem a confirmar mais ainda a teoria da energeticidade e radiação.

De que os planetas mais distantes foram os primeiros a serem produzidos, e produziram primeiro os seus satélites, com isto eles possuem menos energia, pois tiveram mais tempo gastando e processando a energia. E isto foge completamente qualquer relação com efeitos de gravitação. E vai de encontro ao sustentado aqui pela teoria da energeticidade e radiação. De que a energia e o tempo de processamento desta energia determinam a vida, os processos, estrutura, órbita, atividades térmicas, sismos, energia, magnetismo, atividade tectônica, radiação, atividade tectônica, órbita, dinâmica e atmosfera.

Nesta forma de cálculo para se encontrar a translação do secundário pela velocidade equatorial do primário, fica expresso que conforme o diâmetro diminui a energia também é menor, decresce a radiação. Também decresce e as atividades tectônicas e a atmosfera acompanha o decréscimo, a rotação do primário diminui decrescendo a sua velocidade equatorial, com isto vê que conforme decresce o diâmetro, diminui a translação do secundário, por isto que os menores e mais distantes possuem dinâmicas menores.

O universo é um processo constante de construção e desconstrução, e alguns universos se encontram em fase de decréscimo de energia e de seus fenômenos, que é o caso do nosso.
Observação; ver teoria do universo fluxonário e estruturante.


Os resultados encontrados pelo cálculo de translação pela velocidade equatorial e sua proximidade com a exatidão só vêm a confirmar a ação da velocidade equatorial produzida pela energia e radiação na produção da translação e órbita do secundário no espaço. E que os satélites dos planetas mais distantes, com a mesma distancia em relação a outros satélites, e que os dos planetas distantes desenvolvem menos dinâmica. Isto se confirma também no afastamento e na rotação dos satélites. E suas órbitas são os mais irregulares pelo afastamento e pelo diâmetro.

É bom saber que não uso fantasia de valores de densidades de astros para chegar a resultados que não venham a bater com a fórmula, como é usado na teoria da gravitação.

Confirma-se que os anéis e as atmosferas também possuem translação, com isto mesmo antes de existir como esfera, pois o astro como filamento já desenvolve a sua translação.


PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.

Há um salto de valores de diâmetro entre satélites de Saturno, e este salto se repete entre as distancias dos mesmos satélites. Que é entre Réia e Titã, e entre JAPET e Hipérion todos de Saturno, e esta diferença é de três vezes para os diâmetros e para os fenômenos dos satélites. Inclusive com o afastamento.

Esta diferença se faz presente também entre a distancia e diâmetro de Titânia e Umbriel satélites de Urano. Como já foi visto este salto equivalente também está presente entre Júpiter e Marte. E como já foi vista este salto se deve a energia que o astro produziu a mais e o tempo que o mesmo levou para se distanciar do vizinho próximo que está em formação.

O salto, ou melhor, o tempo de produção do astro com o tempo de aceleração pelo acréscimo de energia registrado pela diferença do diâmetro, determinam um salto no afastamento e todos os outros fenômenos, órbita e estrutura.

Está equivalência de saltos vai também estar presente no afastamento, translação, revolução, rotação, inclinações rotacional e translacional, excentricidade, achatamento da esfera do astro, e outros fenômenos, variações de estrutura e irregularidades, temperatura, atividade tectônica, anéis e atmosfera, e todos os outros fenômenos e formações estruturais e orbitais.

Este salto equivalente prova todos os fenômenos expostos até aqui, desenvolvidos e expostos pela teoria do universo fluxonário estruturante e pela teoria da energeticidade e radiação.

Os fluxos também acompanham e variam conforme variam estes saltos.

O NASCIMENTO DA TRANSLAÇÃO.

A energia produz a radiação, a radiação produz a rotação, a atmosfera, anéis, e astros que se formam e que são partes dos primários, e como parte do primário o que temos noção de translação é na verdade ainda parte da rotação do primário. Só mais afastado que este secundário vai produzir a sua rotação e a sua própria translação. Mesmo antes de ser esfera o astro já possui translação e rotação.

Vemos em Mercúrio que o mesmo possui grande translação e pouca rotação, por que ele ainda é parte do Sol e de sua rotação e velocidade equatorial. O mesmo acontece com o Amaltéia primeiro satélite de Júpiter, e com Janus primeiro satélite de Saturno.

Ao se distanciar todos produzirão a sua própria rotação e translação, saindo do primário e produzindo a sua própria órbita.

Isto confirma porque mesmo produzindo a sua dinâmica e afastamento o satélite acompanha o seu planeta, e este por sua vez o Sol.

Porém existem cometas que produzem órbitas sem acompanhar o seu primário.

A translação do astro se inicia ainda como atmosfera, depois filamentos de atmosfera que é o caso dos anéis de Júpiter, depois como anéis que é o caso de Saturno e Urano, e finalmente como esfera.

SOBRE A ORIGEM DA ROTAÇÃO.

Quando ainda novo a rotação ainda está se iniciando, por isto que todos os astros mais próximos de seus primários possuem pouca rotação, isto se confirma dos planetas aos satélites.

O mesmo acontece com o afastamento do primário. Pois é conforme a energia que o astro adquiriu durante a formação que o mesmo desenvolverá toda sua dinâmica, órbita, fenômenos e estrutura física e química. E processamentos químicos.

CÁLCULO PARA EXCENTRICIDADE DOS SATÉLITES DE SATURNO.


Considerando o diâmetro e o afastamento, confirma-se que os maiores e mais próximos possuem menos excentricidade, e vice-versa.

O mesmo se sucede com a inclinação orbital e de rotação.

Segue assim, o princípio da estabilidade e circularidade pela produção de energia.
O diâmetro em quilometro e não em relação à Terra.

Janus - 0.2 / diâmetro / 100 + progressão retrocedendo de 10 até um conforme o número dos satélites.


Janus - 0.2 / 3+10 = 0.038
Minas - 0.2 / 4+ 9 = 0.038
Encélado- 0.2/ 6+ 8= 0.035
Tétis - 0.2 /10+ 7= 0.03
Dionéia - 0.2 / 8+ 6= 0.035
Réia - 0.2/ 16+5 =0.023
Titã - 0.2 / 58+4= 0.008
Hipérion – 0.2 / 4+3= 0.07
Japet - 0.2 / 16+2=0.028
Febe - 0.2 / 2.4+1=0.147

Este cálculo se aproxima da realidade e é exato para a maioria dos satélites de Saturno.

Aqui se confirma que quanto mais distante e menor, maior é a excentricidade do astro.

E como júpiter, titã por ser imenso e mesmo estando distante, possui uma excentricidade mínima.

CÁLCULO PARA AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
EQUIVALÊNCIA DE DIFERENÇA ENTRE DIÂMETRO E AFASTAMENTO.

Febe a japet – diâmetro 16 de febe, dividido pelo diâmetro de japet 2.4, é igual a 6 vezes – que se aproxima do afastamento entre os dois.


Entre japet e hipérion = diâmetro de japet 16 dividido pelo diâmetro de hipérion 4, = a razão da diferença do afastamento se aproxima de 2.

Entre Titã e Réia – titã possui um diâmetro de 58 quilometro, e Réia é 16, 58 / 16 = 3, logo a razão da distancia se aproxima de 3.

Entre Réia e dionéia – o diâmetro de Réia é 16 quilômetros e dionéia é 8, dividindo 16 por 8, logo a razão do afastamento entre os dois se aproxima de 2.

Para os outros, a razão entre os diâmetros diminui para menos do que 2, logo a razão entre o afastamento também batem para menos do que 2.

O mesmo acontece entre os satélites de Urano, em que todos possuem uma razão de diâmetro abaixo de 2, e todos possuem uma razão de afastamento abaixo de 2, porém entre Titânia e umbriel a razão do diâmetro chega próximo de 2, em que também a razão do afastamento chega próximo de 2.


O mesmo acontece com os outros satélites de outros planetas, e entre os planetas, esta diferença de afastamento por diâmetro, que na verdade é a energia processada que afasta o astro, se tem com clareza entre Júpiter e Marte.

Esta diferença acompanha para todos os fenômenos, variação de estrutura, desintegração, intensidade de fenômenos, dinâmica e órbita.

Com isto se prova que os astros estão em afastamento produzido pela energia e radiação.

E que a teoria da gravitação usou a distancia, mas não conseguiu calculá-la. Porém aqui a calculei tanto para planetas, quanto para satélites. E não foi preciso fazer uso da distancia como constante para se encontrar a dinâmica, órbita e outros fenômenos e estruturas dos astros.

Isto confirma que os astros se afastam pela energia, e não se atraem pela gravitação.

E que a razão da distancia é maior entre os mais distantes, isto se confirma entre Tritão e Nereida, e entre Japet e Fege.

CÁLCULO PARA INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES DE SATURNO com o diâmetro em quilômetros dividido por 100, com a progressão de 1 a 10 para os respectivos satélites, divididos do resultado do diâmetro.

Janus -1 / 3 = 0.3
Mimas - 2/ 4= 05
Encélado – 3/ 6= 05
Tétis - 4/ 10=04
Dionéia - 5/ 8=0.62
Réia - 6/ 16=0.37
Titã - 7/ 58=0.12
Hipérion - 8/ 4= 2
Japet - 9 / 16=0.5
Febe - 10/ 2.4=4.1

Confirma-se por este cálculo que a inclinação é crescente com o afastamento, e que os maiores e com mais energia se processando a inclinação é menor.

Assim, mais distantes possuem menos energia, pois já teve mais tempo processando e gastando a energia, e os menores possuem menos energia por ser a sua estrutura menor. Com isto a instabilidade é maior, levando o astro nestas condições a desenvolver grandes excentricidades, grandes inclinações orbitais e rotacionais, e alguns até com movimentos retrógrados, que são os mais afastados e menores e os mais instáveis.


Esta forma de cálculo com o diâmetro representando a energia podem ser para todos os planetas, satélites, cometas e asteróides. Do diâmetro pode ser encontrados a rotação, da rotação a velocidade equatorial, da velocidade equatorial a translação, inclinação, excentricidade, e todos os outros fenômenos. Ou mesmo pode ser calculado diretamente.

É mais prático usar o diâmetro representando a energia, pois o diâmetro pode ser calculado diretamente no próprio astro.

Enquanto na teoria da gravitação a massa é calculada com o movimento do astro no espaço, e daí encontrar o movimento, ou seja, o resultado é arranjado, criado para um fenômeno já medido. Pois a massa é a soma do diâmetro com a densidade, porém se não sabemos direito nem a densidade da Terra ou da Lua, como saber a densidade de astros distantes.

SOBRE OS MENORES E MAIS DISTANTES.

Os menores e mais distantes são os mais irregulares, pois são os que possuem menor quantidade de energia se processando.

SOBRE A ROTAÇÃO.
O achatamento não determina a rotação, pois, o astro que tem o menor achatamento é júpiter e produz a maior rotação. Porem rotação e achatamento é produzido pela energia do astro, representado por diâmetro e afastamento.

SOBRE O PRINCÍPIO DO AFASTAMENTO.

Já se confirmou que a Terra está diminuindo a sua rotação em dezesseis segundos por um milhão de anos. Isto confirma o princípio do afastamento e a diminuição da dinâmica.

SATÉLITES DE MARTE.

O achatamento dos satélites de Marte é grande por serem mínimos, logo passaram pouco tempo se formando.

E com grande achatamento possui rotação mínima, o que confirma que a rotação se deve a energia e radiação do astro.

PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.

Confirma-se pelo exposto acima que há uma relação direta entre energia, diâmetro, radiação, rotação, velocidade equatorial e translação entre os astros e seus secundários.


SOBRE A LUA.

PARADÓXIDOS DA LUA PARA SEREM RESPONDIDOS COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.


A lua é o mais novo satélite do sistema solar, por que a Terra já se formou do sol quando o mesmo se encontrava com pouca energia, por isto que possui pouca dinâmica em relação ao seu diâmetro, mesmo sendo produzido pela Terra. Pois o planeta Terra só é mais velho do que Vênus e Mercúrio.

Por isto que a lua possui tantas irregularidades na sua órbita e rotação no espaço.

Com diâmetro de 3.470 quilômetros, desenvolve só uma translação de 1.03 quilometro por segundo, e uma rotação de 708 horas, ou 29,6 dias terrestre.

CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO.

Diâmetro do júpiter em relação à terra 12 vezes, dividido pelo diâmetro da terra, 11 / 1 = 11 vezes a translação de Io, que é mais rápido do que a lua, se comparado que se encontra aproximadamente na mesma distancia e aproximadamente com o mesmo diâmetro.

O mesmo se compara entre a rotação dos dois satélites.

Estes números não são exatos, mas se for necessário a fórmula pode ser aproximada.

Comparado com o satélite de Júpiter o Io, ele possui aproximadamente a mesma distancia do primário, e aproximadamente o mesmo diâmetro, confirma-se que Io produz uma translação 16.8 vezes maior do que a Lua, com isto se confirma que Júpiter produziu Io com muito mais energia do que a Terra produziu a Lua. E Io possui muito mais energia se processando, com maior temperatura, sismos, magnetismo e atividade tectônica.

Com a rotação o mesmo se repete, Io produz a velocidade de rotação 16.8 vezes mais rápido do que a Lua.

Por incrível que pareça a diferença entre rotação e translação é mínima.

A excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 de graus, e uma inclinação de 5.0 a 5.08 graus na eclíptica. A eclíptica é o plano em relação ao sol.

Io desenvolve inclinação orbital de 3 graus e excentricidade praticamente nula, confirmando assim que a irregularidade da Lua é fruto da sua condição de produção de energia, que o primário lhe concedeu na sua formação.
Esta comparação com Io é importante por que os dados da Lua, as suas irregularidades é fruto da produção de energia que o formou e que ele processa.


Vai ser provado por esta teoria que a Lua e seus fenômenos irregulares, grande enigma da astronomia, que estas irregularidades são produzidas pela condição de produção de energia em que se encontra, e como todo astro com pouco tempo de existência e jovem é muito irregular em seus fenômenos.
É o que veremos adiante.


Órbitas fluxonárias.

EVECÇÃO E O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA IRREGULAR.

A radiação solar produz a evecção da órbita da lua.

O que produz o fenômeno de evecção é a variação de radiação e energia do astro, e a lua por estar mais próxima do Sol, sofre mais a ação da temperatura e radiação solar, por isto que a sua elipse possui uma maior variação do que outros satélites.

Como também a sua inclinação é maior variação.

O seu afastamento, rotação e translação também possuem grande variação.

FLUXO E EVECÇÃO.

O fluxo de variação que é a evecção na excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 graus quando a elipse se encontra esticada, ou seja, até cinqüenta por cento a mais da excentricidade da elipse quando esticada.

SOBRE A EVECÇÃO QUANDO A TERRA SE APROXIMA DO SOL.

A evecção da lua sempre é maior quando a Terra se aproxima do sol, com isto se confirma que as desigualdades anuais da evecção são maiores quando a Terra se aproxima do Sol. Pois não é que a elipse aumenta, mas sim que durante este período de aproximação a evecção é maior. Ou seja, a radiação térmica solar acelera a energia da lua e o fluxo também aumenta.
Este fluxo também acontece com a terra, porém é mínima a variação.



SOBRE VARIAÇÃO DE DISTANCIAMENTO DE SATÉLITES AOS SEUS PLANETAS.

Os satélites não desenvolvem exatamente a mesma posição voltada ao centro, como o planeta como referência, ou seja, há satélites que mesmo dentro da elipse desenvolve órbita com um lado mais próximo do centro e outro mais distante. Ou seja, a maioria dos primários não se encontra no centro exato em relação à órbita de seus secundários.
Com isto se conclui que a energia desenvolve o próprio movimento.

Mesmo com a excentricidade e a inclinação plutão e netuno produzem a sua órbita mantendo sempre um afastamento para um dos lados da elipse. Isto se confirma também nos satélites Nereida, Caronte e Febe com os seus respectivos planetas. O cometa de Halley e o asteróide Quíron também produzem este afastamento para um dos lados em relação ao Sol.
Este distanciamento de um dos lados é maior nos astros mais afastados do sol e de seus primários. Ou seja, a irregularidade aumenta com o distanciamento, tamanho, produção de energia e tempo de vida.

CONDIÇÕES PARA A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO.

1-A evecção é maior quando a Terra se encontra próxima do sol, no periélio.
2-a lua desenvolve elipse imperfeita, quando a lua se aproxima do Sol, na lua nova, ela é acelerada pela radiação térmica solar, fazendo com que esta se aproxime de um formato de um ovo de galinha, sempre com uma das partes mais pontuda, que a parte menos pontuda é a mais próxima do sol. Ou seja, uma mesma órbita pode começar com 0.432 graus de arco e na outra ponta terminar com 0.0667 graus. ISTO RESPONDE AS QUATRO COMPLICAÇÕES DA ÓRBITA DA LUA.

O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA, A ELIPSE COM UMA DAS EXTREMIDADES MAIS PONTUDAS.

Por que quando a lua nova sempre está mais próxima do sol, com isto ela recebe energia térmica solar, acelerando e aumentando os seus processos e produção de energia.

E quando ela sai da nova e se afasta e começa a ser a crescente, mesmo com sua energia aumentada a gravitação do sol a atrai e a puxa para o centro, retardando o seu movimento. E como a quantidade de energia determina a circularidade da órbita e dinâmica do astro no espaço, com o acréscimo de energia na passagem da lua nova para a crescente faz com que a lua fecha a sua órbita, pois a produção e processos de energia tiveram um acréscimo.

Por isto que após a passagem próxima do sol a lua sai com a órbita fechada, que vai abrindo passando pela cheia e no quarto minguante já se encontra bem aberta, e entra aberta com 39,5 graus de arco de deslocamento em longitude. Por isto temos na evecção o principio do ovo. E isto acontece principalmente com a lua por ser o satélite mais próximo do Sol.

Assim, não é o Sol que ora estica a elipse, e ora a comprime, mas sim, a condição natural de energia da lua na produção de sua órbita presente no quarto minguante. E a influencia da energia térmica do sol que faz com a órbita venha a ser comprimida, pois pelo princípio da circularidade a proporção de que a energia aumenta o circulo da órbita tende sempre mais a perfeição.
Assim, com a condição de energia da lua, com a temperatura do Sol faz com que a lua tenha grandes irregularidades na sua órbita e dinâmica.

DESACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO CRESCENTE.

O outro ponto é a variação da dinâmica, pois no quarto crescente a lua mesmo recebendo o acréscimo da dinâmica pela proximidade com a radiação térmica solar, quando ela entra no quarto crescente que vai sair da proximidade do sol, a lua passa a receber a influencia da gravitação solar, retardando e desacelerando a sua saída. Está desaceleração não é uniforme, é uma desaceleração que vai perdendo intensidade. Logo é uma desaceleração crescente.

ACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO MINGUANTE.
E quando chega à lua cheia ela já se encontra com a sua própria dinâmica, ao passar para o quarto minguante ela passa a ser acelerada, pois a gravitação solar neste ponto passa a agir, fazendo com que a lua aumente a sua dinâmica em direção ao sol. Esta aceleração é crescente.

VARIAÇÃO DA EVECÇÃO E DA DINÂMICA.
1- Assim, temos uma desaceleração crescente no quarto crescente.
2-Uma aceleração própria na lua nova e cheia.
3-E uma aceleração crescente em direção ao sol no quarto minguante.

4- A ELIPSE DO OVO DE GALINHA TAMBÉM NÃO É UNIFORME,

Pois o lado que se inicia no quarto crescente é bem fechado, enquanto o lado que acaba e vai em direção ao sol no final do quarto minguante é mais aberto do que a lado que se inicia no crescente. Logo, mesmo sendo um oval mais pontudo numa das extremidades, um dos lados também é mais fechado do que o outro.


EM RELAÇÃO AO QUARTO CRESCENTE A DINÂMICA É RETARDADA.

Assim temos –

Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, subtraído da ação contrária da gravitação do sol, é igual à desaceleração da lua no quarto crescente.

EM RELAÇÃO AO QUARTO MINGUANTE A DINÂMICA É CRESCENTE E ACELERADA.

Assim, temos –

Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, somado da ação favorável da gravitação do sol, é igual à aceleração da lua em direção ao sol no quarto minguante.

SOBRE A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO, OU DO PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA DEFORMADO EM UMA DE SUAS EXTREMIDADES.

Deformação do ovo para dentro.

Assim temos.

No quarto crescente a energia natural da lua soma-se com a radiação térmica do sol fazendo com que a lua desenvolva a sua órbita para dentro. E o ovo de galinha com um achatamento para dentro.

Pois a lua começa a fechar a sua órbita ainda quando na fase de lua nova, pois é a fase mais próxima do sol, e se a circularidade é produzida pela energia, logo quanto mais energia, mais perfeita a circularidade.


Energia natural somado com a energia solar é igual à órbita da lua para dentro.

VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO EQUATORIAL DA LUA.

A lua possui uma variação de nove minutos de arco para mais ou para menos, nos seus cinco graus e nove minutos de inclinação orbital média, esta variação ocorre no período de 173,3 dias. Sendo máxima de nove segundos para mais quando a linha que passa pelos nodos, passa também pelo sol. Ou seja, nada tem haver com ação de gravitação, pois se houvesse deveria acontecer no período do periélio da terra, quando a terra se encontra mais próxima do sol, que é durante a lua nova. Pois o que acontece que a inclinação fica pra dentro durante os períodos dos nodos em nove minutos. Porem isto é um processo constante de dinâmica que já faz parte da natureza da dinâmica irregular da lua, produzida pela sua condição de produção pequena de energia.

Esta variação de nove minutos teve uma origem que começou com o inicio da órbita da lua, que conforme a lua se distancia da terra, ela alarga a sua inclinação, diminuindo esta variação com o passar dos tempos e diminuição a produção de energia. Mais as frentes verão que os astros passam por três fases.

Isto acontece nos nodos de eclipse, ou seja, no plano de órbita da lua em relação à eclíptica, pois a lua se formou da terra, e passou a desenvolver a sua órbita a partir do alinhamento da terra com o sol, porém como todo astro, ele se afasta, perde energia e dinâmica, e passa a aumentar a sua inclinação e excentricidade.

Nisto há uma variação de nove minutos de arco para dentro durante os nodos, que ocorre a cada 173,3 dias. Ou seja, foge completamente qualquer relação com a dependência da gravitação, pois se confirma aí que o que determina esta irregularidade é a condição da origem do astro e a produção de energia.

Também há um fluxo na excentricidade, no afastamento e na inclinação de rotação.
Se fosse proveniente da gravitação isto ocorreria durante todo periélio da terra, quando a terra se encontrasse mais próxima do sol, ou mesmo durante a lua nova.

Logo, este fenômeno se deve a condição da origem da lua, pois ela tem seis de cada fase de luas que vai se envergando até chegar à época do nodo, ou seja, meio ano de eclipse, que é 173.3 dias, e não é ano de 365 dias como o nosso.

Logo, isto é todo um processo que se desenvolve durante todo o tempo, para naquela época de nodo de eclipse isto venha ocorrer no seu máximo. Ou seja, ele vai se envergando lentamente durante 173,3 dias, ou seja, este envergamento está ocorrendo em cada segundo que durante a fase de eclipse esteja na posição máxima para dentro.

FÓRMULA PARA SE CALCULAR A VARIAÇÃO DIÁRIA DA INCLINAÇÃO.
9/2 =4.5
4.5 / 86,65 = 0.05193 minutos de arco crescente, iniciando no nodo de eclipse.

E 0,05193 minuto de arco decrescente, prosseguindo e fechando o arco até o nodo de eclipse e formar toda variação, e volta a refazer a variação.
É o tempo que o sol leva para passar de um nodo a outro, ou seja, meio ano de eclipse, que é o período de 173,3 dias.

A média é 5,9 graus de inclinação orbital.

Depois lentamente volta a se abrir.

Esta diferença pode se calcular com 4.5 minutos crescentes iniciando no nodo de eclipse que chega até a metade de 173,3 dias, ou seja, em cada dia há uma fração crescente dos 4.5 minutos até 86,65 dias, depois começa a decrescer em cada dia dividido em fração dos 4.5 minutos de arco.

Porém, este fluxo esta diminuindo com os milhões de anos.
A terra e todos os astros produzem este fluxo de irregularidades.

DEFORMAÇÃO DO OVO PARA FORA.

No quarto minguante a lua prossegue algum tempo, da cheia até a minguante longe do sol e um bom tempo sem receber com mais intensidade a radiação térmica solar, assim com menos energia a lua abre a sua órbita, deformando-a para fora, e o ovo de galinha com uma protuberância para fora.

Energia natural, sem acréscimo de energia solar é igual à órbita para fora.

SOBRE O AFASTAMENTO DA LUA E DA TERRA, E DE TODOS OS OUTROS ASTROS.

A lua possui um afastamento da terra de quatro centímetros por ano, e isto já foi comprovado por observações em eclipses anteriores. Isto parece pouco, mas se tratando de milhares de anos vemos que a lua se afasta da terra proporcional a sua produção de energia, e não se atrai pela gravitação.

A IDADE DA LUA E DO UNIVERSO.
Há de confirmar também que a lua é bem mais velha do que se pensa, se levar em consideração o tempo de afastamento relativo a quatro segundos por ano, e o tempo de esferificação, logo, a idade da lua, da terra e do universo deve ser bem mais velha.

O afastamento, o fluxo de órbita e o princípio do ovo de galinha que é a evecção todos os outros astros também produzem, só que em escala menores, pois estão muito longe do sol.

EXCRESCÊNCIAS DE POSIÇÃO DA TERRA EM RELAÇÃO À LUA, E INSTABILIDADE DE ÓRBITA DA LUA EM RELAÇÃO À TERRA.

Por que um lado da terra está mais próximo da lua do que o outro lado, pois a lua como será visto adiante se originou da terra e se afasta, e como já foi visto a origem do astro se inicia na fase de gases e atmosfera até filamentos, esferificando e formando o astro secundário. Assim por ser a terra e manter sempre um lado próximo do equador mais próximo da lua se deve a sua formação e fase inicial. Como já foi exposto pela teoria da energeticidade e radiação de que todo astro muito jovem tende as irregularidades, e está irregularidade não só da terra, mas sim do seu secundário, que se formou e no inicio da sua translação se posicionou de lado do primário.

Esta excrescência não se deve as chamadas marés da terra, mas sim a própria lua que se posicionou de lado do planeta terra, seu primário, durante o seu processo de formação, que começou da radiação, atmosfera, filamentos de atmosfera até anéis, depois rolos de camadas de atmosfera, até a fase de esfera.

RECESSÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Como já foi visto e calculado que a rotação se deve a produção de energia do próprio astro, confirma-se que o planeta terra está desacelerando a sua rotação em dezesseis segundos em cada milhão de anos. Pois este fenômeno e variação se devem ao consumo de energia da produção da mesma, e não a marés e efeito Terra-lua, e muito menos se deve ao efeito da gravitação.

ACELERAÇÃO SECULAR DA LUA.

A aceleração secular da lua é na verdade o afastamento progressivo da lua em relação à terra que já foi comprovado pela experiência, que a lua se afasta da terra numa velocidade de ordem de quatro centímetros por ano, ou numa aceleração secular de 10,3 segundos de arco por século. Este afastamento é infinito, isto se comprova nos satélites dos planetas mais distantes. Logo, não tem nada haver com marés da lua atuando sobre a terra, ou com a gravitação, pois se a mesma atrai não estaria afastando.

Parece pouco, mas é este mínimo afastamento que mantém a ordem e as órbitas dos astros numa progressão de distancia e dinâmica, excentricidade e inclinação no espaço. Isto fundamenta a teoria da energeticidade e radiação.

POR QUE A LUA MANTÉM SEMPRE UMA FACE VOLTADA PARA A TERRA E UMA OUTRA FACE OCULTA.

Isto se deve a origem da lua que se formou pela terra, dos filamentos de atmosfera terrestre que a lua se formou, e com pouca densidade por ser a terra um astro com pouca energia, pois a terra já se formou do sol numa fase de envelhecimento. Assim a terra formou a lua lentamente com bordos de filamentos de atmosfera que se esferificaram produzindo a lua. Por isto a lua possui pouca densidade e pouca radiação, ou seja, é como se a lua fosse ainda atmosfera da terra, com sempre um dos bordos voltados para a terra.

Com o passar dos milhões de anos a lua produzirá uma rotação mais forte, fazendo com que as faces da lua sejam todas duas observadas.

Logo, este fenômeno se deve a esta origem e produção de pouca energia, pois mesmo a lua sendo nova, o seu primário que é a terra se formou do sol quando o mesmo se encontra numa produção energética de mediana para final.


MASCON.
Logo, e fenômeno da face virada não se deve a mascon de densidade de material radiativo inventado para explicar este fenômeno. De que a lua por ter sempre uma face virada para a terra, esta face deveria conter mais densidade e radiatividade do que a outro lado. Fazendo com que este lado pendesse para a terra, que segundo esta maior densidade faria com que o centro de massa da lua fosse mais próximo deste lado virado para a terra, fazendo com que a mesma sempre se mantivesse com o mesmo lado virado para a terra.

Já a teoria da energeticidade e radiação explica que isto é uma conseqüência da lua de ser jovem, e seria como se um dos bordos dos filamentos de atmosfera ainda estivesse mais próximo da terra.

Mercúrio e Vênus também passam boa parte do seu tempo com a face virada para o sol, pois desenvolvem pouca rotação. Por causa das mesmas condições de origem deles e produção de energia.

Confirma-se que os anéis de saturno e Urano também possuem bordos mais próximos e outros mais distantes, como já foram visto pela teoria aqui defendida de que a radiação forma a atmosfera, a atmosfera se filamenta, dos filamentos se divide em bordos, dos bordos em anéis, e dos anéis em rolos que se esferifica, produzindo o secundário.

MARÉS, RECESSÃO, EVECÇÃO E FLUXOS.

A noção de maré proveniente da ação da lua sobre a rotação da terra, inventada pela astronomia para explicar o retardamento da rotação terrestre, não é necessária, pois o retardamento da rotação terrestre se deve a diminuição da produção de energia do próprio astro. E se confirma que a própria lua possui este retardamento durante os séculos, e todos os outros astros.

Este retardamento da rotação também se confirma na translação e no afastamento do primário desenvolvido pelo secundário. Confirma-se com clareza nos períodos de Halley que há este retardamento e também um fluxo de tempo de órbita.

Com a lua se confirma através dos eclipses até hoje registrados.

É bom registrar que com a teoria da gravitação não é possível fundamentar e registrar o fenômeno de recessão da dinâmica, variação da órbita, afastamento progressivo, os fluxos e evecção.


PARADÓXIDO DO ALBEDO DA LUA CHEIA.

O albedo é a luz refletida pelo astro.

A lua cheia reflete onze vezes mais do que a minguante e a crescente, quando deveria ser mais brilhante duas vezes.

A explicação está no posicionamento da luz e de onde se encontra quem está observando. Na cheia a luz vai direto e reflete de volta a quem esta observando, e quem a observar consegue enxergar o brilho em todas as partes e fendas em que a luz bate e retorna. E o outro ponto é que a luz tem uma direção de volta direta a quem observa, e não diagonal ou perpendicular. Ou seja, direta na cheia e diagonal ou perpendicular na minguante e crescente.

Assim, temos dois pontos. Um que na cheia o observador consegue receber pela sua observação quase toda totalidade de brilho da luz.

O segundo é que na diagonal a luz refletida que sai em linha reta torna-se mais fraca para quem se encontra na diagonal.

Através da variação do brilho da luz é possível calcular a posição dos planetas, satélites e asteróides em relação ao sol e a terra.

Por isto que planetas em certas épocas se apresentam com mais luminosidade e em outras com menos.

Os planetas e cometas também ficam com fases de cheia, minguante, crescente e nova em relação à luz recebida pelo sol e observada pela terra.

E esta quantidade de variação de albedo observado na lua também nos confirma outros astros.

FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIRETA. LUA CHEIA.

Luz recebida + refletância direta – relevo perpendicular.

FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIAGONAL. MINGUANTE OU CRESCENTE.

Luz recebida – refletância diagonal e perpendicular – relevo perpendicular e depressões.

Observação; pode ser de um para onze e diferença, levando em conta em cada momento de qual fase se encontra a lua, porém, esta diferença é dividida em cada momento em que passa as fases da lua.


VARIAÇÃO CRESCENTE E PROGRESSIVA Á DISTANCIA.

E para os outros astros, deve-se levar em conta que a variação do brilho aumenta conforme o astro recebe a luz. Logo, a variação é progressiva e crescente ao posicionamento em relação terra-sol, sendo assim, não é uniforme. Quanto mais distante em relação a diagonal o brilho diminui progressivamente esta distancia e a luz recebida para refletir.

ATMOSFERA LUNAR.

A atmosfera lunar é mínima, a pressão é milhões de vezes menores do que a terra, e isto confirmam o estado energético da lua, densidade mínima em comparação a terra.

A atmosfera dos astros depende da intensidade e tempo de produção de energia e radiação do próprio astro.

SOBRE A FORMA DE ALGUNS ASTROS.

Os dois satélites de Marte possuem formas bem achatadas, e há um asteróide cujas variações de brilho só se explicam se o comprimento for algumas vezes mais do que a largura. Isto explica que astros menores tiveram menos tempo para formação pelo primário e saíram antes da esferificação total que passa um astro grande. Também se confirma em outros asteróides formas irregulares se aproximando da redonda.


AURORA BOREAL E O QUARTO MOVIMENTO.


Sobre a luminosidade, translação e movimento transversal da aurora nos pólos da terra.

Já foi confirmada pela observação que a luminosidade se deve a luz do sol que bate nas camadas dos gases que o planeta produz pela sua radiação.

Estes gases se movimentam translacionalmente ao redor da Terra, conforme a radiação age sobre eles.
Formam-se rolos da atmosfera, que se movimenta rotacionalmente.


OS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA E SUA CORRELAÇÃO.

Além da translação o astro se movimenta num vai-e-vem transversal frenético de um lado para outro, este movimento pode ser chamado de movimento transversal. Ou seja, além do da atmosfera se movimentar translacionalmente e se afastar, e se propagar em formas de bola como uma revoada de poeira formando um só bloco circular que é uma forma de rotação, os anéis se movimentam de um lado para outro freneticamente conforme a energia e radiação que eles estão adquirindo e processando. Este movimento transversal e frenético e aleatório vai fazer com que o astro desenvolva a sua inclinação. Por isto que a lua possui uma grande irregularidade na sua inclinação, e por que a inclinação de Mercúrio e Mimas satélite de saturno é grande, depois se estabiliza, e volta a aumentar progressivamente conforme a energia do astro vai diminuindo.

TEMOS AÍ OS TRÊS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA E SUA CORRELAÇÃO.

O fenômeno da origem dos astros.
Os quatro movimentos.
O porquê as irregularidades começam grandes, depois se estabilizam, diminuem, e depois voltam a crescer progressivamente conforme a energia do astro vai sendo processada e gasta.


TEMOS AÍ TRÊS FENÔMENOS FUNDAMENTAIS.

Um de que esta aurora se direcionará em direção ao equador, onde se formará filamento e anel, onde surgirá um novo planeta, irmão da lua.

Outro ponto tem aí que mesmo antes de ser astro, ele na sua forma primordial já produz a sua translação.

OUTRO PONTO É O QUARTO MOVIMENTO.
O MOVIMENTO TRANSVERSAL.

Pois temos, o rotacional, o translacional, o de afastamento, e o transversal presente nas radiações, atmosferas, filamentos e anéis, o transversal dará origem a inclinação. É observado que filamentos da atmosfera de Júpiter desenvolvem movimentos ora inclinado para um lado, ora para outro, este é o quarto movimento – o transversal, e que dará origem a inclinação do astro em relação ao primário.


Sismos lunares.

Os sismos lunares são distribuídos em vários pontos da lua, levando a crer que a lua foi produzida por varias estruturas que foram se aglutinando até formar a lua. Isto é uma das causas que faz com a lua desenvolva uma dinâmica sempre com um lado escondido.

Magnetismo lunar.

A lua hoje não retrata que tem um magnetismo, porém, material a base de ferro retirado da lua e trabalhado em laboratório detectou que a lua já teve um magnetismo comparado ao da terra no presente, que diminuiu de 1,2 Oersteds a 0,05 Oersteds antes de desaparecer por completo.

Isto confirma dois pontos principais defendidos pela teoria da energeticidade e radiação.

1-Os satélites que se originam dos planetas.
2-A esferificação lenta e gradual até formar o astro. Provado pelos sismos em pontos.
3-E a desintegração do astro e a sua produção e perca de energia.
Magnetismo primitivo da lua, e hoje inexistente.

4-A desintegração progressiva da energia, e que a dinâmica do astro diminui conforme a sua energia vai sendo processada e desintegrada.


PROXIMIDADE ENTRE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO PARA PLANETAS DISTANTES.
Há uma aproximação e equivalência entre rotação e translação para astros distantes de seus primários, isto se confirma após júpiter, pois de júpiter a plutão a diferença entre a translação não passa de oito segundos considerando quilometro por segundo, e a rotação entre júpiter e netuno fica entre dez horas, considerando quilometro por hora.

Com o diâmetro se calcula a rotação, com a rotação e o diâmetro se encontra a velocidade equatorial, e com a velocidade equatorial se encontra a órbita dos secundários.


FASES DOS ASTROS.

A DINÂMICA E ÓRBITA DOS ASTROS PODEM SER DIVIDIDAS EM TRÊS FASES.

A FASE INICIAL – quando o astro se encontra na fase de anéis, se esferifica e começa a se distanciar do primário. Esta fase mais de noventa por cento da dinâmica e órbita se deve a ação da radiação do primário, e dez por cento se deve á própria energia do astro ou aglomerado de gases se for à fase de formação do astro. Na fase inicial a irregularidade da órbita e dinâmica é pequena, porém é maior do que na fase mediana, pois o astro ainda se encontra em parte sob a ação da radiação do primário. A diferença entre rotação e translação é imensa. Na fase inicial pode-se considerar Mercúrio e Vênus.

A FASE MEDIANA – é quando o astro se encontra fora da ação da radiação do primário, desenvolve a sua dinâmica e órbita pela sua produção de energia e radiação. Esta fase é a fase de estabilidade da órbita e rotação, com pouca irregularidade e a dinâmica da rotação e translação passam a se aproximar numa relação próxima para os seus valores. Na mediana pode-se considerar da Terra a Netuno.

A FASE FINAL – esta fase é quando o astro já processou grande parte de sua energia, a dinâmica diminui e as irregularidades da órbita e rotação aumentam, e os valores entre rotação e translação se aproximam. Nesta fase o astro que já passou pela fase mediana desenvolve a sua dinâmica conforme a energia que lhe resta para ser processada. Na final pode-se considerar Plutão.

As duas ultimas fases é a mais natural das fases, onde o astro está livre da ação da radiação do primário.

Em cada fase o astro se encontra com um potencial de processamento de energia, radiação, desintegração, atividade tectônica, temperatura, atmosfera, sismos, condução de eletricidade, e outros fenômenos.

Estas fases seguem uma progressão do primeiro ao ultimo, seguindo um potencial de processamento de energia e radiação.

Estas fases se confirmam também para os satélites, cometas e asteróides.

Na fase inicial o secundário se encontra ainda muito próximo do primário por isto sofre a ação da energia e radiação do primário, aí ele terá grande velocidade de translação, pois acompanhará a rotação do primário, desenvolverá pouca rotação, e terá algumas irregularidades na excentricidade e inclinações.

Na fase mediana e ao se afastar ele passa a imprimir a sua energia e radiação na produção de sua dinâmica e órbita, a translação diminui e a rotação aumenta proporcionalmente a energia e radiação do astro. E as inclinações e excentricidade da órbita diminuem, também conforme ao diâmetro, energia e radiação do astro.

Na fase final a energia diminui, pois já passou grande tempo processando-a, aí a rotação e translação diminuem progressivamente, e aumentando as irregularidades da excentricidade e inclinações. E é claro que depende da energia e diâmetro do astro.

Assim, a órbita dos astros não é regida por um só fenômeno ou uma só situação. Pois inicia na dependência do primário e ao se afastar vai assumir o comando da sua órbita e dinâmica no espaço.


Por isto que todos na fase inicial possuem pouca rotação e grande translação, que ao se afastar a rotação vai aumentar e a translação vai diminuir, porém quando a energia própria começar a faltar a rotação também vai decrescer progressivamente.


SITUAÇÕES DIVERSAS NA PRODUÇÃO DA DINÂMICA, AFASTAMENTO, EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÕES.

Assim, há duas situações nas três fases, a situação que inicia e tem a maior ação da energia, radiação e rotação do primário, com pouca ação do secundário, que é a primeira fase.

A segunda situação quando o astro se afasta e passa a conduzir a sua própria órbita no espaço, sem a ação da energia, radiação e rotação do primário, nesta situação o astro já produz uma intensa rotação, enquanto a sua translação está decrescendo. Nesta situação temos principalmente a fase mediana, ou fase da estabilidade e da equivalência da dinâmica e da órbita.

A segunda situação também engloba a fase final, onde rotação e translação tendem a diminuir progressivamente e em conjunto, só que na fase final a dinâmica e afastamento decrescem e é pequena, enquanto as inclinações e excentricidade aumentam com o decréscimo de produção de energia do próprio astro.

A rotação sai praticamente do nada e chega ao seu pico conforme a sua produção de energia, e passa a diminuir progressivamente conforme decresce a produção de energia.


FENÔMENOS QUE AINDA NÃO FORAM OBSERVADOS E QUANTIFICADOS PELA ASTRONOMIA.

PRINCÍPIO DA LATERALIDADE.

A órbita dos astros sempre tem uma das extremidades da elipse mais afastada do que a outra em relação ao centro, onde se encontra o primário. Esta lateralidade é mínima e aumenta conforme o tamanho do grau da excentricidade da elipse. Astro com maior excentricidade terá maior lateralidade. Logo a com mais energia e maior serão a de menos lateralidade.

PRINCÍPIO DA PENDULARIDADE.
A inclinação de órbita também pende mais para um dos lados durante o percurso da órbita, e depende do tamanho da inclinação.


PRINCIPIO DA DESUNIFORMIDADE, IRREGULARIDADE E VARIAÇÃO DA ÓRBITA.

A excentricidade da elipse não é uniforme, sempre um dos lados e uma das extremidades será mais achatada e a outra ponta mais pontuda.

A desuniformidade também acontece com a inclinação da órbita, e da rotação.

Ver princípio do ovo da galinha.



PRINCÍPIO DA ROTACIONALIDADE DA ELIPSE DA ÓRBITA.

Durante um período de mais de mil órbitas se confirma que a órbita se encontra em rotação, pois a elipse não é fixa, ela se move conforme o sentido de translação e rotação do astro no espaço. No prazo de mil órbitas este deslocamento se concretiza em aproximadamente a um quilometro.

Esta rotação se observa conforme a elipse, e é proporcional a intensidade da translação e rotação do astro. Ou seja, depende da energia em processo em que o astro se encontra.


PRINCÍPIO DA FLUXONALIDADE.

As irregularidades da órbita e rotação, e da rotacionalidade, lateralidade, pendularidade e desuniformidade da órbita não são constantes e desenvolvem um fluxo, onde produzem variações crescentes e decrescentes.

O afastamento, rotação e translação são fluxonários. Como também a elipse e inclinações.

O fluxo também é proporcional à instabilidade de órbita e pouca energia do astro.